quinta-feira, 4 de outubro de 2012

DOS LIMITES DA ÉTICA


Diante de tudo o que está ocorrendo com o PET (destruição de suas bases filosóficas; destruição do CONEXÃO-SABERES; cooptação da ex-CENAPET, hoje CENAMEC; expansão desordenada; avaliações de projetos e relatórios equivocadas e apressadas; cassação de tutores - outras cassações mais virão..., etc.), é de se perguntar:
- como o MEC pode manter em seus quadros de consulta pessoas que confessaram critérios anti-éticos de avaliação de relatório, para cassar um tutor?
- como o MEC pôde ter feito vistos grossas ao descalabro institucional da UFRJ, que nomeou uma "tutora" que nunca trabalhou com o grupo e extinguiu a bolsa de 12 alunos, para colocar mais 12 em nome de uma tutoria sem projeto?
- como pôde o MEC ter lançado um edital de expansão em que não existe projeto-autoral? De onde nascem os Projetos? De algum místico encontro de "tábuas sagradas" num deserto?
- como o MEC pode manter pessoas em comissões que se notabilizam por um acesso direto, com correspondência em emails pessoais, e com delações de tutores críticos e de encaminhamento de suas críticas por mala-direta ao delegado ministerial?
Todas estas questões, que são somente algumas das muitas que embaçaram o horizonte ético do MEC e suas relações institucionais, tingem com tintas escuras o futuro do PET.
A comunidade petiana, tutores e alunos, está entorpecida por uma dinâmica ditada apressadamente pelo MEC, e encontra-se como mera espectadora dos trágicos acontecimentos que marcam o PET hoje.
Refletir e agir é urgente!
Que o façamos!

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