quarta-feira, 27 de julho de 2011

A IMPORTÂNCIA DE UM SÍMBOLO!







É necessário dizer que o símbolo (a marca ou o logo, como queiram) da CENAPET é a que está ilustrada acima.


A tentativa de desfigurar a imagem, apresentando-a embaçada ou descolorida, pode ilustrar a tentativa para lá de evidente de embaçar a luta pela não extinção ou desmantelamento do PET.


Fiquem atentos!


Um símbolo diz mais que mil palavras!

terça-feira, 26 de julho de 2011

BALANÇO DE GESTÃO REVELA VISÃO DO MEC A RESPEITO DO PET





O post abaixo é uma contribuição crítica do ex-bolsista do PET, e ex-representante discente da gestão O PET QUE QUEREMOS (gestão 2008-2010), Richardson Silva. Foi escrito a partir de um comunicado imprensa do MEC (em fonte citada no final do post). As frases em maiúsculas colocadas entre chaves [ ] expressam a opinião crítica da matéria governamental:


Por que o PET foi criado?

"A criação de novos grupos, ao lado da institucionalização e regulamentação do PET e das modificações de natureza pedagógica [LEIA-SE: PEDAGOGIA DO “NÃO-DIÁLOGO”] introduzidas [OOOOPS: IMPOSTAS] pela SESu/SECAD, consubstanciaram um novo formato para o programa com repercussão positiva [NÃO FOI REALIZADA UMA AVALIAÇÃO ADEQUADA PARA AFIRMAR QUE HOUVE ALGUMA REPERCUSSÃO POSITIVA] na vida acadêmica dos alunos e professores participantes.

Pode-se concluir [PODE-SE?!] que o grande número de propostas submetidas ao Edital ratifica a importância que a comunidade universitária atribui ao PET e o apoio [DE QUEM?] às mudanças introduzidas no programa.

"Descrição dos resultados alcançados"

Com a institucionalização do programa em 2005, por meio da Lei nº 11.180, o PET teve seu processo de consolidação e expansão [?!] estruturado pela SESu/MEC. O PET iniciou o ano de 2005 com 296 grupos, distribuídos por praticamente todo território nacional, em 57 IES de diferentes categorias administrativas. Em junho de 2010, o programa tinha 428 grupos [132 NOVOS GRUPOS EM 5 ANOS E MEIO REFLETEM, NA VERDADE, UMA EXPANSÃO MUITO TÍMIDA FRENTE A DEMANDA EXISTENTE...] em 77 IES e, aproximadamente, 5 mil bolsistas. Por meio do Edital nº 09, publicado no Diário Oficial da União de 02 de agosto de 2010, serão criados, ainda em 2010, mais 300 novos grupos PET, totalizando 728 grupos, passando para aproximadamente 9 mil bolsistas [eSQUECERAM DE MENCIONAR QUE ESTES NOVOS GRUPOS JÁ ESTARÃO SOB OS PRECEITOS DAS NOVAS PORTARIAS BAIXADAS DA NOITE PARA O DIA DURANTE O ENAPET-NATAL EM 2010].

Vale ressaltar que no final da década 90 o programa sofreu cortes de financiamento e ficou ameaçado de extinção [ISSO É VERDADE, MAS NÃO CITAM QUEM O SALVOU DA EXTINÇÃO: O MOVIMENTO CONTRA A EXTINÇÃO DO PET QUE CULMINOU COM A CRIAÇÃO DA CENAPET, POIS, O FHC, O PAULO RENATO, O LULA, O HADDAD OU A DILMA É QUE NÃO FORAM...], sendo que muitos grupos encerraram suas atividades nesse período. A partir de 2005, foi iniciado um processo de consolidação e expansão sistemática do PET [“SISTEMÁTICA” EXTREMAMENTE TÍMIDA ANTES DO EDITAL N. 09/2010, JÁ SOB A ÉGIDE DAS NOVAS PORTARIAS QUE PRATICAMENTE DESCARACTERIZAM E LIQUIDAM O PET ORIGINAL] que permitiu um aumento de 245% [DEMONSTRANDO CLARAMENTE A VISÃO QUANTITATIVA, EM DETRIMENTO DA VISÃO QUALITATIVA, DO GOVERNO EM SUAS POLÍTICAS PÚBLICAS] no número de grupos e de bolsistas no período 2005-2010."


segunda-feira, 25 de julho de 2011

UM ANO DE "CONCILIAÇÃO" = RENDIÇÃO INCONDICIONAL ?!?



Quando a nova gestão da CENAPET entrou em julho de 2010 a plataforma da chapa pregava uma assim denominada "conciliação". Pois bem, um ano depois, quando a comunidade petiana esperou pacientemente por resultados concretos (este Blog incluído), o resultado foi um sonoro fracasso, com a "conciliação" rimando com "rendição".

Os sinais são claros:

- aceitação da "mortalidade tutorial";

- aceitação do "casamento arranjado" com o CONEXÃO-SABERES (sem, entretanto, conhecimento das "famílias", como convém a todo "casamento arranjado");

- avaliação não equacionada e deficitária;

- plataforma SIGPROJ com imensos problemas;

- nenhum diálogo construtivo com o MEC;

- Conselho do Programa totalmente inativo;

- etc. etc. etc.

O pior de tudo foi o anúncio da rendição, por um dos Diretores da CENAPET, anunciada após a fala do Ministro Fernando Haddad na recém-finalizada Reunião Anual da SBPC. O clamor desta fala foi tão poderoso que a Assembléia final da SBPC (que não continha uma única moção PRó-PET - fato único na história de resistência do Programa) "regozijou-se" pelos problemas do PET terem sido completamente superados, como "relatara o Diretor da CENAPET".

Tristes trópicos !

Mas restou a resistência!

Temos que recuperá-la antes que o PET seja justiçado com o tiro na nuca que se abateu sobre tantos outros Programas falecidos na era FHC e depois.

Como afirmava um nosso antigo bordão: À LUTA SEMPRE!

sábado, 23 de julho de 2011

"NÃO FAREMOS PRISIONEIROS..."

Após a rendição incondicional da atual gestão da CENAPET, com a aceitação total dos termos do MEC, sabe-se que este Ministério não fará prisioneiros ... Afastará todos que lhe opuserem resistência, seja do "antigo" PET, seja do "antigo" CONEXÃO-SABERES". "Era como se a vergonha lhe devesse sobreviver" - fala do personagem K. quando os algozes giram por duas vezes a faca em seu coração - de Franz Kafka, in Das Prozess (O Processo).
A ordem está dada: "Achtung Banditen!".

25% DE INCREMENTO DE ACESSOS!






Em uma semana o Blog PET BRASIL registrou um aumento expressivo de acessos, contabilizados por todos os motores que dispomos (SITEMETER, FEEDJIT, CLUSTERMAPS): 25% !



Este acréscimo coincide com os episódios ocorridos no ENAPET recém encerrado (a menos da assembléia final inconclusa).



Bem vindo os novos leitores!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

TROFÉU "FOCA ALEGRE"






Após o constrangedor pequeno espetáculo de horrores proporcionado por um diretor da atual CENAPET, agradecendo efusivamente o Ministro da Educação por tudo o que ele fez em prol da destruição do PET (e também do CONEXÃO-SABERES), estamos instituindo o prêmio FOCA ALEGRE para todos aqueles que militam nas atividades de destruição do movimento PET que permitiu que o PET não fosse extinto em 1997. '
Alguém mais se habilita à "homenagem às avessas"?!?

A LÚGUBRE INSCRIÇÃO NO MEC ...






"Vós que aqui entrai, abandonai toda esperança ..."



[Dante Alighieri, Divina Comédia, Inferno]

ORDEM DO DIA!



quinta-feira, 21 de julho de 2011

AVVERTISSEMENT



PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR ...




A pergunta que não quer calar:


- O que está havendo com a nova administração da CENAPET?!?


A pergunta se justifica por vários sinais para lá de preocupantes. Vamos lá:


- inação completa na SBPC (sem moções, sem diálogos com outros setores: SBPC, ANPG);


- aceitação da "mortalidade tutorial" imposta pelo MEC (desconsiderando um grande estudo estatístico já apresentado neste Blog);


- aceitação para lá de passiva do "casamento" forçado com o CONEXÃO SABERES;


- finalmente, o comportamento de um dos diretores da CENAPET, num comentário pequeno, quando da palestra do Ministro Fernando Haddad, rasgando-se em elogios às sucessivas tentativas de desfiguração/destruição do PET pelo MEC. Essa fala foi autorizada pela direção da CENAPET?!?


ENGRAÇADO, SE NÃO FOSSE TRÁGICO ... (no words)



quarta-feira, 20 de julho de 2011

COMPORTAMENTO MINISTERIAL PÓS-PORTARIAS 2010



Comportamento esperado após a edição das 975 e 976 e referendado pelo agradecimento cenapetiano ao algoz fuzileiro ...

terça-feira, 19 de julho de 2011

160 MIL ESTA NOITE!





Como prognosticado, o Blog PETBRASIL atingiu a marca surpreendente de 160 mil acessos em três anos de existência.

Vida longa ao Blog!

Vida longa ao PET!

Resistir, ainda que com o sacrifício de cada um que acredita em seus sonhos!

DOS DEVERES DO MEC (no words ...)



segunda-feira, 18 de julho de 2011

160 MIL ACESSOS AMANHÃ!





Amanhã o Blog PET BRASIL, fruto da gestão O PET QUE QUEREMOS, biênio 2008-2010, completa 160 mil acessos, assim distribuídos:

- cerca de 60 mil acessos em 2008-2009;

- 60 mil acessos em 2009-2010;

- e, surpreendentemente, cerca de 40 mil acessos após o fim da gestão O PET QUE QUEREMOS, no período que vai de julho de 2010 a julho de 2011, quando do Blog manteve uma pequena quantidade de postagens.

Desde o ano passado, a condução desastrosa do movimento de resistência ao fim do Programa, pode explicar este grande número de acesso, uma vez que a comunidade petiana necessitava de um canal confiável de informações e de propostas de resistência ao horror que está sendo levado adiante pelo MEC.

Infelizmente, a inação que hoje vemos naqueles que julgam conduzir o movimento foi revelada em diversos momentos distintos da SBPC-ENAPET deste ano:

- nenhuma moção apresentada em defesa do PET na Assembléia final da SBPC;

- nenhuma manifestação de massa durante a palestra do Ministro Fernando Haddad;

- nenhuma representação da CENAPET nas comemorações dos 25 anos da ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduação). Somente os dois ex-presidentes da CENAPET (gestões 2006-2008; 2008-2010) estavam lá para saudar aquela importante Associação, a quem a CENAPET se consorciou em diferentes momentos para a luta por uma educação melhor no país;

- falas de membros da CENAPET com a aceitação pura e simples de diversas agendas impostas pelo MEC: "mortalidade" tutorial; "casamento" forçado com o Programa CONEXÃO-SABERES (o qual, de forma idêntica ao PET, está sendo destruído pelas imposições das Portaria 975, 976 do MEC), etc;

- uma assembléia que não terminou;

- e, finalmente, mas tristemente, a fala de um dos Diretores da CENAPET, após a palestra de Fernando Haddad, agradecendo ao Ministro por tudo de bom que havia feito ao PET desde a última SBPC (de 2010).

O PET caracterizou-se por sua resistência ferrenha contra as agressões de diversos governos e ministros da Educação. Sobreviveu a três resoluções de extinção no governo FHC e a uma modificação profunda nas características essenciais do Programa (o assim cognominado PETBRAX). Desgraçadamente, o Ministro Fernando Haddad, desconsiderando totalmente a história do PET, e também a história do CONEXÃO-SABERES, impôs a dissolução de dois programas com focos muito distintos, para a criação de um híbrido, uma HIDRA de muitas cabeças destinadas à extinção!

É necessário reencontrar a resistência e reconstruir a oposição ao desastre político que está em curso! Temos que olhar para o Programa sem viéses pessoais e de estrelismos manjados, que podem conduzir pessoas a destinos umbilicais e o PET ao precipício. O destino do PET é ser grande e não pequeno! Não podemos nos apequenar diante das agressões!

À luta sempre!

Resistência já!

domingo, 17 de julho de 2011

MEC MACHT FREI ?!?


A desastrada política do MEC em destruir dois grandes programas de inserção acadêmico-social: o PET e o CONEXÃO-SABERES, decapitando a representação política legítima e tentando cooptar personagens para uma destruição travestida de "construção" (believe it or not ...), lembra a máxima do nacional-socialismo da década de 30 do século passado, quando, em um campo de destruição, anunciava-se aos pobre-diabos que lá adentravam a lúgubre frase no pórtico de entrada: arbeit macht frei (o trabalho faz a liberdade).
Quando num evento nacional, como é o ENAPET, com uma trajetória longa de resistência às sucessivas políticas destrutivas e autistas do MEC, vemos desfilar personagens burocráticos que nada entendem do PET, ou assistimos estarrecidos à manifestação de um dos Diretores da CENAPET agradecer publicamente um Ministro que baixou duas portarias destruindo o PET e o CONEXÃO-SABERES, é de se perguntar se o MEC macht frei ...
O MEC nada fez pelo PET! Desde 1997 tenta extingui-lo de várias formas! É quase de se lamentar a morte de Paulo Renato Souza. No ocaso da administração Haddad, bem que o falecido político poderia ser transformado novamente em Ministro e liquidar, sem mais delongas, o PET. Antes assim, que uma morte silenciosa, dolorosa, em que Programas se estiolam a olhos vistos ...
Lamentável!
Devemos resistir!
Novamente e novamente!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

TEMPOS MODERNOS PARA O PET ...



A POLÍTICA DO MEC PARA O PET



A fotografia acima, uma montagem muito mal feita da "visita" de três engenheiros a uma nova estrada na China, lembra perfeitamente a política do MEC para o PET: posa de "construtores" de uma política, mas na verdade vendem as ilusões numéricas e destruidoras de Programas bem estabelecidos no país, haja vista as desastradas portarias que desfiguraram os Programas de Educação Tutorial (PET) e CONEXÃO-SABERES.

ANPG 25 ANOS: GESTÕES ANTERIORES DA CENAPET SAÚDAM A ASSOCIAÇÃO







Na tarde de hoje no anfiteatro da Biblioteca da UFG ocorreu a cerimônia de comemoração de 25 anos da ANPG - Associação Nacional de Pós-Graduação. Os ex-presidentes da CENAPET, Professores Dante Augusto Couto Barone e Marcos Cesar Danhoni Neves foram lembrados pela presidenta da Associação. Na composição da mesa o Prof. Dante lembrou o apoio da CENAPET na co-organização dos dois Salões de Divulgação Científica da ANPG (PUC-SP e UFRN, esta útlima durante a realização da Reunião Anual da SBPC). Graças à CENAPET apoiamos há quase dez anos a promoção do evento da ANPG que não tinha conseguido naquela época espaço na própria SBPC. Estas ligações, com o aparecimento de grandes lideranças estudantis, deram uma contribuição fundamental para a ANPG.


Vida longa à Associação!

REPRESENTANTE DO MEC-SESU NÃO COMPARECE À REUNIÃO DOS TUTORES NO ENAPET



O represetante da SESu não compareceu à reunião dos tutores no ENAPET.

Pena! Ali foram levantadas várias questões acerca das Portarias que destruíram dois Programas: o PET e o CONEXÃO-SABERES. Na terra de ninguém criada pelo MEC abismos legais e de legitimação crescem à medida que cresce a estupefação de tutores e estudantes diante de tanta falta de diálogo, coerência e visão de educação.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

CENAPET: EM NOME DA VERDADE!




Soubemos que pela segunda vez (registrada) que o representante da SESu afirmou que a Diretoria anterior da CENAPET (biênio 2008-2010) foi avisada pelo MEC das Portarias que mudariam completamente a configuração do PET, sem prévia consulta à comunidade petiana. MENTIRA! Este próprio Blog o desmente, pois a CENAPET (2008-2010) tomou conhecimento, após uma reunião do FORGRAD - Forum de Pró-Reitores de Graduação - antes da edição das Portarias, que estavam por vir mudanças drásticas, sem discussões, no Programa.



As reuniões com representantes do MEC e da CENAPET (2008-2010) só ocorreram quando mediadas pelas Comissões de Educação da Câmara e do Senado. Na única reunião que ocorreu dentro do próprio MEC, os dirigentes daquele Ministério a usaram para tentar delegitimar a CENAPET e informar da edição pétrea das famigeradas Portarias.



Em síntese: o MEC, no afã de conseguir explicar uma história muito mal explicada, tenta através de um historicismo muito particular, reescrever os fatos que constituíram o reprovável ato antidemocrático do Ministério contra o Programa de Educação Tutorial.




EM TEMPO: o ex-presidente da CENAPET (GESTÃO 2008-2010: O PET QUE QUEREMOS) desmentiu esta questão das inverdades propaladas pelo MEC em Plenária do SULPET-2011 e na reunião de Tutores realizada no dia de hoje às 14h30.

domingo, 10 de julho de 2011

BLOG PET BRASIL: UM PATRIMÔNIO PARA UMA EDUCAÇÃO CRÍTICA NO PAÍS







O Blog PET BRASIL criado pela gestão O PET QUE QUEREMOS, biênio 2008-2010, tem quase 160 mil acessos, sendo 40 mil após o fim da gestão na CENAPET [fontes: SITEMETER e CLUSTERMAPS - links na barreira lateral direita deste Blog]. Com acessos espalhados em todo o terrítório nacional e no exterior, o Blog continua a cumprir o papel que O PET QUE QUEREMOS traçou: ser a consciência crítica e histórica de uma fase ainda não finalizada na estrutura do Programa no MEC: sua instabilidade, inchaço com outros programas nada similares e estrelismos de dirigentes.
A luta continua!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL AINDA À DERIVA



Um Programa do MEC sem um processo avaliativo coerente é um programa sem rumos, abandonado à sua própria sorte ...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

INFORMAÇÕES SOBRE O XI SUDESTEPET 2011




XI Sudeste PET
21 a 24 de abril de 2011
O Evento
XI SudestePET - 2011 - Alfenas - MG
O Programa de Educação Tutorial – PET, criado pelo governo federal em 1979, é um programa que busca promover a excelência acadêmica dos grupos e estudantes envolvidos, com ênfase nos princípios da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão e da educação tutorial. O PET é vinculado à Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação, e tem entre os seus objetivos a valorização e a dinamização da Graduação.
O XI SudestePET – Encontro dos Grupos PET da região Sudeste tem para 2011 o tema: “PET–UNIVERSIDADE–SOCIEDADE: NOVAS CONEXÕES” . Estão previstas em sua programação Mesas-redondas, Palestras, Grupos de Trabalho (GTs) e Grupos de Discussão (GDs), Encontros por Área, Encontros de Tutores, Apresentação de trabalhos (painéis), Assembléia Geral, Plenária, Confraternizações e Apresentações Culturais.
O público alvo do XI Sudeste PET é toda a comunidade acadêmica - petianos, tutores, egressos e pessoas ligadas aos Grupos PET da região Sudeste do Brasil. Atualmente a região Sudeste do pais conta com aproximadamente 143 grupos PET, e o estado de Minas Gerais, em especial, abarca cerca de 52 destes grupos. Estima-se para o evento um número de 700 participantes.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PET SE DESESTRUTURA ...



Após a edição das Portarias que desfiguraram o PET;
após a imposição da rotatividade de tutores;
após o alinhamento da CENAPET eleita na SBPC passada,
agora investe-se contra a realização do ENAPET durante a Reunião da SBPC, com o claro intuito de isolar o movimento e deixá-lo à mercê de sua auto-extinção.
Quem cala, consente! E mente!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

[...]


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ARQUITETA DE UM NOVO DESENHO PARA O PET, QUE DESTRÓI A IDÉIA DO PET, EM APUROS NA UFRJ



A sessão do Conselho de Ensino de Graduação do dia 22 de setembro contou com a presença do reitor Aloísio Teixeira, da vice-reitora Sylvia Vargas e do pró-reitor de Pessoal, Luiz Afonso. O motivo da visita foi a moção de repúdio, direcionada à pró-reitora de Extensão, Laura Tavares, aprovada na sessão de dia 1º de setembro pelo colegiado acadêmico. Naquela ocasião, sentindo-se atingidos com uma fala da dirigente da PR-5, os conselheiros votaram o polêmico documento.

O reitor, por sua vez, alegou que a Administração Central teria sido atacada pela moção. Segundo Aloísio, ao reler o documento, não teria dúvidas de que se tratava de uma moção inaceitável. Para ele, este fato poderia colocar a universidade em uma crise institucional. O reitor também defendeu que o CEG teria se manifestado contra a livre expressão e o direito de resposta com esta atitude: “Nunca ninguém foi questionado por expressar sua opinião, nunca ninguém foi constrangido por dar uma opinião”, disse ele, que encerrou: “Peço bom senso, e que revoguem essa moção”.

Os conselheiros ficaram muito descontentes com a situação. A professora Silvia Possas (representante do CCJE) esclareceu ao reitor que a moção teria sido discutida na internet, através da lista dos conselheiros e, posteriormente, no colegiado. Disse também que a situação que o CEG enfrentou (na questão do acesso à UFRJ, na “disputa” com o Consuni) significou um profundo desacato. Argumentou, ainda, que o direito de defesa e a liberdade de expressão teriam sido negadas anteriormente ao colegiado da graduação em diversas situações.

A pró-reitora de Graduação, Belkis Valdman, ponderou que, apesar da hierarquia do Conselho Universitário, que seria regimental, não queria dizer que um conselho tivesse menos capacidade do que outro. Mas existiam regras e decisões que caberia ao CEG aceitar. A professora Maria Antonieta (CT) concordou em muitos aspectos com a fala da conselheira Silvia Possas. Mesmo ao considerar que o Consuni dá a palavra final, o conselho acadêmico deveria ter sido ouvido: “Eu tenho um sentimento de uma situação de gota d´agua; muitos ataques, por várias pessoas da universidade”. E continuou: “Acredito que todos têm direito de se expressar, mas quem fala o que quer, ouve o que não quer”.

Após ouvir as críticas, o reitor ratificou seu posicionamento: “Eu participei de todas as discussões do Consuni, acompanhei as gravações das reuniões, e nada foi dito nessas reuniões que possa ser considerado ofensivo ao CEG, mesmo que tenham sido expressadas opiniões diferentes daquelas que o conselho pensa”. E completou: “Essa alternativa é injusta e incorreta, não se sustenta. Se o CEG quer se manifestar a respeito da sua relação com o Consuni, perfeito, mas essa moção eu não posso aceitar”. Aloísio, ainda para reforçar seu pedido, disse que confiava nos conselheiros para assistir às gravações das reuniões para reverem a opinião.

Reitor dá prazo para revogaçãoO reitor disse iria aguardar a revogação até o dia 14 de outubro para anunciar uma decisão sobre o caso: “Se existem problemas entre os conselhos, vamos tentar resolver isso, mas não vamos aprovar uma moção como esta. No dia 14, informarei o que farei a respeito”, disse.Após a saída do reitor, os professores se sentiram mais à vontade para discutir a questão: “Acho que teremos realmente que rever essa moção, e escrever uma nota de esclarecimento sobre isso”, começou Belkis. “Acho que seria insustentável se eu agora propusesse a retirada da moção e não fosse aprovada. Com certeza alguma decisão institucional vai ter que ser tomada. O problema do texto da moção é grave, ataca toda a administração central”.A maioria dos professores discordou da pró-reitora e também se sentiu ameaçada com a fala do reitor: “Quais os mecanismos que teremos para nos defender? O reitor tem muito mais mecanismos e voz aqui dentro. O CEG tem que se defender. E se não revogarmos a moção, ele vai fazer o quê? Fechar o CEG? Que tipo de ameaça velada é essa?”, questionou Silvia Possas.

A representante técnico-administrativa Ana Maria Ribeiro, responsável pela redação da moção, afirmou que teve o cuidado de ler e reler o documento. Deixou claro que ela poderia ser reescrita. Contudo, também reforçou a argumentação, motivadora do texto, em função dos ataques que o CEG teria sofrido. Defendeu que o conselho só deveria revogar a moção, caso existisse um movimento de mão dupla, de respeito ao CEG, o que não foi demonstrado no ambiente do colegiado: “Não podemos aceitar isso aqui como um ataque velado, a mão tem que ser dupla. Não estávamos atacando a Administração Central, em momento nenhum”.Belkis sugeriu convidar a pró-reitora Laura Tavares para discutir o assunto no CEG o que considerou mais justo, mas Ana Maria discordou. Para ela, Laura deveria fazer um pronunciamento público, dizendo que respeita o colegiado. No ponto de vista da conselheira Ana, com a visita do reitor já teria sido garantido, no colegiado, o espaço de manifestação para a Administração Central.A discussão continuou por um bom tempo. Porém, precisou ser interrompida, pois a pró-reitora Belkis chegou a chorar. Em seguida, como presidente do conselho, pediu a retirada do assunto de pauta e reiterou que convidaria a pró-reitora Laura para a próxima reunião.

domingo, 3 de outubro de 2010

BOICOTE: ESTE BLOG APÓIA!



Este Blog apóia o movimento que está vicejando entre os tutores: boicote JÁ aos pareceres na plataforma do SIGPROJ sobre novos grupos. Como não concordamos com a bárbara invasão do CONEXÕES no Programa de Educação Tutorial comandada pelo MEC-SESu, sem nenhuma discussão democrática com a comunidade petiana, então, a única forma de bradarmos ao mundo nosso descontentamento é não avaliar o que não conhecemos nem concordamos!

BOICOTE JÁ!!!

domingo, 26 de setembro de 2010

EM TEMPOS DE P.I.G. (PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA), RECOMENDAMOS CARTA CAPITAL



Viver é um ato político, de escolhas. Escolhemos aqui repudiar essa imprensa golpista, onde o ESTADÃO escolhe explicitamente José Serra, como O GLOBO e VEJA, enquanto o jornal FOLHA DE S. PAULO faz de conta que somos um bando de idiotas a bradar pela "liberdade de imprensa", quando clamam pela "liberdade das grandes corporações midiáticas". Quando Barack Obama chamou a rede de TV FOX de "partido político", todos anuiram. Quando o Presidente Lula diz o mesmo sobre o PIG brasileiro, aí é comparado aos piores ditadores do planeta.

Críticas ao governo também temos, mas sabemos reconhecer os acertos que conduziram a Nação a uma segurança social, política e econômica que torcemos e trabalharemos para manter.

Fora golpistas!

Reproduzimos abaixo a excelente matéria A ÚLTIMA MARCHA recém publicada na CARTA CAPITAL que está sendo achacada pela Vice-Presidente do TSE alimentada por denúncia anônima.


A ÚLTIMA MARCHA
Leandro Fortes
Alimentada pela mídia, a oposição tenta evocar fantasmas do passado de triste memória
A pouco mais de uma semana das eleições, o núcleo da campanha do candidato do PSDB, José Serra, debatia-se com a possibilidade ou não de usar, no horário eleitoral da tevê, um vídeo de terror eleitoral criado no melhor estilo do cineasta Zé do Caixão para fazer de cada eleitor brasileiro uma Regina Duarte em pânico. Na peça, veiculada na internet, pergunta-se se Dilma Rousseff será capaz de segurar os radicais do PT, “o partido que não gosta da imprensa”, representados por cães da raça rottweiler. Um dos pontos altos da propaganda mostra um exemplar da revista Veja em chamas.
A dúvida sobre a exibição não era só de ordem “marqueteira” (ataques desse naipe funcionam ou não?), mas jurídica. A lei eleitoral proíbe “efeitos especiais”na campanha, entre eles colocar atores para interpretar personagens reais – no caso Lula e Dilma.
O comercial tucano coroa um momento singular da vida política brasileira. Após o presidente da República reclamar do comportamento da mídia, que, segundo ele, age como partido político, uma reação capitaneada pelos meios de comunicação fez lembra as marchas que clamavam pelo golpe militar em 1963 e 1964. O mais badalado evento, um ato na Faculdade de Direito do largo São Francisco precisou arregimentar alunos às pressas para formar um quórum de 150 participantes e propiciar a foto que os jornais estampariam no dia seguinte.
Chamado de “ato contra o autoritarismo”e saudado como reação indignada da “sociedade civil”, o ato reuniu, em sua essência, militantes e simpatizantes do PSDB, entre eles ex-ministros do governo FHC, como José Gregori e José Carlos Dias. O ex-comuna Ferreira Gullar e o historiador Marco Antonio Villa, que integram um pequeno grupo de “intelectuais” sempre dispostos a corroborar as críticas fáceis e os lugares-comuns. Talvez por isso o movimento tenha repetido com tanta diligência e exatidão os pensamentos de seu mentor, FHC. Lula foi comparado a Mussolini, Luis XIV e Hugo Chávez. Faltaram citações a Stalin, Fidel Castro, Hitler e ao próprio Asmodeu, mas deve ter sido por falta de tempo.
Em reação, na quinta 23, o Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé promoveu, na sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, ato contra o que chamaram de “golpe midiático”. Mas, ao contrário das alvíssaras dedicadas ao evento no Largo São Francisco, a manifestação dos movimentos sociais foi retratada nos meios de comunicação como uma reunião patrocinada pelo governo e o PT com viés autoritário. Como se vê, quem se apresenta como democrata pretende, no fundo, monopolizar a liberdade de expressão.
É tal o anseio de liberdade dessa turma, aliás, que vale até recorrer aos milicos de pijama do Clube Militar do Rio de Janeiro. Reduto de notórios democratas, como é de conhecimento geral, o clube sediou, também na quinta 23, debate intitulado “A democracia ameaçada: restrições à liberdade de expressão”. Participaram os jornalistas Merval Pereira, de O Globo, e Reinaldo Azevedo, blogueiro da revista Veja, além do diretor de assuntos legais da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), Rodolfo Machado Moura. Não se sabe quando a liberdade de imprensa passou a preocupar tanto os aposentados das casernas, que nunca esconderam as saudades da “gloriosa revolução” que calou jornalistas e torturou e matou seus opositores. O Brasil nunca esquecerá a contribuição desse grupo ao avanço da nossa democracia.
Quem observa a distância não duvidaria em definir como sanatórios certos ambientes do País. A partir de algumas denúncias concretas, cuja apuração rigorosa e completa é absolutamente necessária, envenenou-se o ar na reta final da campanha. Embora a maioria da população não compartilhe desses sentimentos e esteja alheia às disputas pelo poder, o clima revela mais uma vez a dificuldade de uma parcela substancial da chamada “elite”de compreender a realidade à sua volta.
A enxurrada de denúncias, algumas fundamentadas e outras não, formou um repasto. Novas acusações substituem as anteriores antes mesmo de os fatos terem sido esclarecidos. Há menos de um mês, o que mobilizava a campanha de Serra era a criminosa quebra de sigilo fiscal de amigos, correligionários e de sua filha Verônica. O tucano, de início, acusou a adversária Dilma Rousseff de participação no crime. Como o caso não rendou os frutos eleitorais esperados, a oposição abandonou a estratégia. Sem a pressão do jogo político, a apuração policial caminha cada vez mais para demonstrar que se tratou de crime comum, a comprovar a notória suspeita de que a Receita Federal virou um balcão de negócios no qual se negociam impunemente os dados dos cidadãos que a autarquia deveria preservar.Sem condições de culpar a candidata governista, partiu-se para o segundo tiro: as denúncias de nepotismo e tráfico de influência a envolver a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, principal assessora de Dilma Rousseff no governo, e seus parentes. Desta vez, apesar de a acusação central não ter sido comprovada até o momento, o pagamento de propina de 5 milhões de reais que iriam parar na “campanha eleitoral”, a consistência de várias das acusações provocou um efeito dominó. Erenice, seus parentes e outros envolvidos foram obrigados a deixar postos no governo. O escândalo colocou Dilma na defensiva e aumentou a esperança de um segundo turno, ainda que os números continuem a indicar o desfecho das eleições em 3 de outubro.
Em todos os casos, falta o nexo causal entre Dilma e o lobby praticado pelos filhos de Erenice. Foi a vez então de mirar em Franklin Martins, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
Martins, ex-guerrilheiro que ajudou a sequestrar, durante a ditadura, o embaixador dos EUA Charles Elbrick, também é ex-diretor da sucursal de Brasília do jornal O Globo e ex-comentarista da TV Globo. Desde que virou ministro, em 2007, passou a encarnar o papel de algoz na visão dos grandes grupos empresariais do setor de comunicação. Aos olhos da mídia hegemônica, o jornalista cometeu ao menos quatro pecados mortais: viabilizou a criação da TV Brasil; estimulou a convocação da 1a. Conferência Nacional de Comunicação Social (Confecom); democratizou a distribuição de verbas publicitárias do governo; e, o mais grave de todos, ousou criar em julho passado, uma comissão interministerial para estabelecer novo marco regulatório para as concessões públicas de telecomunicação e radiodifusão no Brasil. O relatório final sobre o assunto ficará pronto em novembro.
O ministro logo descobriu que ninguém mete a mão impunemente em um vespeiro desse tamanho. Na terça 21, o jornal O Estado de São Paulo destacou, na primeira página, que um filho de Franklin Martins, o também jornalista Carlos Martins, trabalhava em uma empresa, a Tecnec/Rede TV, contratada pela Empresa Brasil de Comunicação – apresentada como “a TV do Lula”- por 6,2 milhões de reais, em dezembro de 2009. O fato de ter sido uma escolha por licitação, pelo critério do menor preço, não fez nenhuma diferença. No outro dia, a mídia de sempre seguiu a tocar o tambor em cima do novo “escândalo”. Antes, a NBR, tevê estatal ligada à EBC, havia sido “acusada”de filmar a presença de Lula nos comícios de Dilma. Ou seja, tentou-se criminalizar uma atribuição funcional da emissora, a de fazer qualquer registro histórico do presidente da República, sem a obrigação de divulgá-lo.Assim, também para atingir o governo, há duas semanas um homem ainda não identificado se dirigiu à Procuradoria de Defesa do Cidadão, do Ministério Público Federal no Distrito Federal, para fazer uma “denúncia”: a Secom destinaria “vultosas” quantias em dinheiro, em forma de publicidade, para a revista CartaCapital para apoiar Dilma Rousseff.Em tempo recorde a “denúncia” foi repassada à Procuradoria Regional Eleitoral da República, em Brasília, e em seguida mandada para as mãos de Sandra Cureau, vice-procuradora eleitoral, por se tratar de tema referente à eleição presidencial.Doutora Cureau (pronuncia-se “quirrô”, como ela faz questão de frisar) é uma senhora de aparência cândida, de olhos pequenos e azulados, emoldurados por finíssimas sobrancelhas, sempre muito arqueadas. Foi colega de classe, no Rio Grande do Sul, do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e da ministra Ellen Gracie, do STF. Desde que assumiu o cargo, tem sido particularmente rígida quando o assunto é eleição presidencial. Partiu dela a decisão de multa o presidente Lula ao menos quatro oportunidades por “campanha antecipada” a favor de Dilma. Em nome dos fatos, diga-se que as multas têm mais a ver com a rígida legislação eleitoral brasileira do que com recônditas intenções da procuradora.
Mas também em nome dos fatos é preciso dizer que Sandra Cureau, feita heroína na mídia, já usou dois pesos e duas medidas em casos semelhantes. A procuradora, em atitude pouco educada, chegou a recomendar a Lula que fechasse “a boca”, sob o risco de promover a cassação de registro da candidatura de Dilma Rousseff. Mas, quando o governador de São Paulo, Alberto Goldman (PPS), elogiou Serra, então pré-candidato tucano, o tratamento foi mais afável. “Não pode (Goldman), falando oficialmente como governador, dizer as coisas boas que Serra fez. Ele está indicando à população que Serra é a pessoa ideal para governar o País”.
Na sexta 17, quatro dias depois de CartaCapital denunciar a quebra de sigilo promovida pela empresa de Verônica Serra em 2001, um ofício assinado por Sandra Cureau chegou à redação da revista, em São Paulo. O ofício requisitava, num prazo de 5 dias, cópias de todos os contratos publicitários assinados com o governo federal entre 2009 e 2010. No documento não consta qualquer menção aos motivos pelos quais foram solicitadas as informações, ou a identidade do solicitante. De acordo com a assessoria de imprensa da procuradora, o cidadão que fez a denúncia em Brasília pediu para ter o nome mantido em sigilo, e assim foi feito.
A assessoria também informou que ofícios semelhantes haviam sido enviados, na mesma data, à Casa Civil da Presidência da República e ao TCU. Estranhamente, os serviços postais, tão eficientes em entregar o ofício de requerimento de informações à sede da CartaCapital, em São Paulo, não conseguiram, até o momento do fechamento desta edição, levar o mesmíssimo documento a endereços localizados em Brasília, a poucos quilômetros da Procuradoria-Geral da República. Nem a Casa Civil nem o TCU receberam qualquer ofício.
É interessante constatar que jamais houve a disposição da vice-procuradora-geral eleitoral de investigar casos fartamente documentados de utilização de recursos públicos para financiar veículos de comunicação claramente alinhados com a candidatura de Serra. Dados da Secretaria de Fazenda do Estado de São Paulo, do qual Serra foi governador até dois meses atrás, revelam que, entre 2007 e agosto de 2010, o governo tucano gastou 771 milhões de reais em publicidade, dos quais 155 milhões de reais foram direcionados apenas para revistas e jornais. Isso sem concluir os gastos feitos pelas estatais paulistas, como a Sabesp, companhia de esgoto e água de São Paulo, acusada de fazer propaganda irregular em estados tão diversos como RJ, MG, ES, PR, SC, RS, GO, DF, MS MT, BA, CE, PE, AL, MA, PA e AC.
Levantamento feito pelo blog NaMariaNews, especializado em vasculhar as relações entre a Secretaria de Educação de São Paulo com a mídia paulistana, a partir, a partir de pesquisa dos editais publicados no Diário Oficial, oferece à dra. Cureau muito mais do que uma simples denúncia anônima. O blog descobriu uma intensa relação da gestão de Serra com o Grupo Abril, fonte interminável de material usado pelo tucano em programas veiculados na tevê no horário gratuito eleitoral.Entre 2007 e 2009, somente com as aquisições de quatro publicações ditas “pedagógicas”(Nova Escola, Recreio, Guia do Estudante e Veja) o governo paulista pagou ao Grupo Civita 34,7 milhões de reais.
O Ministério Público Estadual acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu um inquérito civil para apurar irregularidades, especificamente, em um desses contratos, firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da Nova Escola. Apenas com essa compra, equivalente a quase 25% da tiragem total da revista em questão, a Editora Abril recebeu 3,7 milhões de reais dos cofres públicos de São Paulo. Ato contínuo, Serra também apresentou proposta curricular que obriga a inclusão, no ensino médio, de aulas baseadas no tal Guia do Estudante, também da Abril.
O blog NaMariaNews analisou ainda outros contratos entre o governo Serra e a mídia paulistana. No DO de 12 de maio de 2009, por exemplo, revela-se que o tucano comprou, por 2,7 milhões de reais, 5.449 assinaturas da Folha de São Paulo. No DO de 15 de maio do mesmo ano, está registrado outro contrato de compra de também 5.449 assinaturas do jornal O Estado de São Paulo, por 2,6 milhões de reais. Em 21 de maio, foi a vez das Organizações Globo serem beneficiadas pela generosidade tucana: por 1,1 milhão de reais, o governo paulista adquiriu 5.449 assinaturas da semanal Época.
E o que dizer do maior escândalo de corrupção dos últimos tempos, o chamado “mensalão do DEM”, que levou à cassação do governador José Roberto Arruda no DF? Antes de estourarem as denúncias de corrupção, gravadas em vídeo, Arruda foi apresentado pela Veja como um exemplo de administrador eficiente e honesto. Coincidência ou não, o governo do DF havia assinado um contrato de 442,4 mil reais para a aquisição de assinaturas da revista em 15 de junho do mesmo ano. A entrevista saiu logo depois.
Na mesma data, Arruda usou expediente semelhante para garantir a compra, por 2,9 milhões de reais, de 7.562 assinaturas diárias do Correio Braziliense, o maior jornal da capital federal, a serem distribuídas, ao longo de 2009, a professores e alunos de 199 escolas do DF. O contrato com o Correio, firmado com o então secretário de Educação do DF José Valente uma das estrelas dos vídeos de propinas gravados pelo delator Durval Barbosa, do chamado “mensalão do DEM”, previa como fonte de pagamento o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação, o Fundeb. Ou seja, de recurso destinado, originalmente, ao financiamento de educação básica, aí incluídos creche, pré-escola, ensino fundamental e ensino médio, além de educação de jovens e adultos.
O ex-governador do DEM também tratou de agraciar a Editora Globo com um contrato de 4,9 milhões de reais, embora não tenha sido para distribuição de revistas e jornais. Firmado com a Secretaria de Educação em 20 de março de 2009, tratava de aquisição de 239,2 mil livros “com o fito de compor o acervo bibliográfico” das 620 escolas públicas do DF. A fonte pagadora era o salário-educação, gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do governo federal – aliás, onde também está hospedado o Fundeb.
Extraído de CartaCapital No. 615

terça-feira, 21 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

RAIO X DO MEC AO PROPOR O "NOVO" PET (no words ...)


Sugestão de leitura: "Sobre Ratos e Homens", de John Steinbeck

O "NOVO" PET PARA SUA COMUNIDADE (no words ...)


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

MINISTÉRIO MANDRAKE!


O Ministério-Mandrake da Educação relatou que misturar propostas diferentes sob a mesma égide é experimentalismo para tornar miscível o óleo em água. Conseguindo este feito de alquimia-mandrakismo, eles irão reviver a experiência da pedra (nada) filosofal ...

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

DE UM LEITOR: VIDA DIFÍCIL PARA O PET ...




Chega uma hora em que é preciso parar, refletir e... então... sermos estratégicos.


Neste difícil momento, me parece que deveríamos focar, primeiramente, naquilo que é mais acessível, mais promissor e deixarmos o mais dificil pra ser feito mais à frente.


Ou seja...primeiro vamos tratar de garantir o Plínio no segundo turno.


Depois, a gente então focaria no que é mais difícil:ENSINAR PRA SESu o que é que é...EDUCAÇÃO TUTORIAL.




Luiz Eduardo

terça-feira, 7 de setembro de 2010

PET: NOSSO DEFEITO...



O PET faz ENSINO.

O PET faz PESQUISA.

O PET faz EXTENSÃO!

Este é o mal do PET:

não se superespecializa em ENSINO;

não se superespecializa em PESQUISA;

não se superespecializa em EXTENSÃO!

Por estas razões o MEC decidiu liquidá-lo e colocar suas entranhas nos programas de assistência social do governo ...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

DE LEITOR: (DES)ADMINISTRAÇÃO DO PET PELA SESU-MEC



"O PET está há quase dois anos sem avaliação!

Passaram-se dois anos s em que a SESu convocasse reunião do Conselho Superior do PET.

Taxas acadêmicas continuam em atraso.

Outros Programas pagam bolsa-aluno em dia e em valores melhores que o do PET.

Isto se resume em uma única palavra: INCOMPETÊNCIA!

Quando o Ministro acordará para o fato de que já passou o prazo de validade da atual Secretária da SESu (que, diga-se de passagem, nada entende de Educação Superior - quem duvidar, acesse o Lattes dela no site do CNPq - com um currículo assim ela sequer chegaria aos três anos do tempo de tutoria que ela afirma pertencer a si próprio, opssss..., à SESu - no words more...)."
David

OPINIÃO DE LEITOR


O PET está sendo cada vez mais massacrado pelos altos escalões. Todas as noticias que me chegam são desanimadoras.

Todos sabem dos problemas: Vinculação do PET com outros "PET´s". Rotatividade compulsória, planejamentos e relatórios atrasados, atraso do custeio, atraso e não reajuste da bolsa...

Enfim, o PET está abandonado!

Em Natal, conseguimos um feito marcante. Foi um grande passo para os manifestantes, mas, ao meu ver, um pequeno passo para o programa.

Estou há três anos no PET, e o programa me proporcionou uma melhoria impar tanto em aspectos profissionais quanto pessoais. Por isso, fico tão chateado com o descaso do programa por parte das autoridades.

Meu tempo no PET está terminando, mas eu gostaria muito que outras pessoas tivessem a mesma oportunidade que tive. Para tanto precisamos lutar por nossos direitos reividicando os pontos citados acima.

É um ano eleitoral, temos tudo para reverter a situação, só depende de nós.

Talvez uma manifestação sacudiria o pilar do alto escalão e eles olhariam para nós amedrontados para que seus futuros sucessores não perdessem 1% dos votos.

Não precisamos nos deslocar até Brasilia, somos um grande numero aqui e temos a comunicação a nosso favor.

É uma idéia....
Alan

JORNADA PARANAENSE DO PET



Professores Marcos Cesar Danhoni Neves, ex-presidente da CENAPET, e Profa. Nilce, da UFPR, sob a Coordenação do Prof. Wilson Frezzatti, debateram ontem de manhã na mesa redonda: AVALIAÇÃO DAS POLÍTICAS DO MEC PARA O PET.

A íntegra do evento pode ser visto no site: http://jornadaparanaensepet.jimdo.com/

A íntegra das falas pode ser acessada na rádio web do evento:

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

LIÇÕES DE MAGRITTE AO SR. MINISTRO FERNANDO HADDAD (... no words)



Vejam o trecho abaixo relativo a bolsas de produtividade do CNPq (encontrável no site: http://www.cnpq.br/normas/rev/is1205.pdf )

(...)
4.2. O pesquisador com bolsa vigente e classificado na categoria I nível A que,
por 15 (quinze) anos consecutivos
, tenha permanecido nesse nível, com ininterrupta produção
científica em sua área de atuação, de acordo com sua qualificação e experiência e, tenha
contribuído significativamente para a formação de pesquisadores em diversos níveis, poderá
solicitar à Presidência do CNPq seu enquadramento na categoria Pesquisador Sênior.
4.3. O título de pesquisador Sênior do CNPq, após concessão pelo Conselho Deliberativo, é
vitalício.
O adicional de bancada que acompanha o título poderá ser renovado a cada 6 anos (...)


Esta é a Lei para o PQ. Já no PET, tutores bem avaliados e experientes serão colocados na sarjeta da história da (des)Educação deste país. Trabalhamos para qualificar a tríade universitária (Ensino-Pesquisa-Extensão). Trabalhamos para um sistema avaliativo eficaz do PET! E o que ganhamos em troca? o desterro, a ingomínia, o desprezo.

Se Fernando Haddad é "corajoso" o suficiente para levar adiante as medidas que ele colocou nas duas portarias que, praticamente, abolem o PET, que leve estas mesmas medidas para serem apreciadas pelo seu colega de Pasta do Ministério da Ciência e Tecnologia. Que proponha também ali a efemeridade da bolsa pesquisador e que se estenda "a experiência da PRODUTIVIDADE para os IMPRODUTIVOS", como ele sugere nas Portarias.

Coragem Ministro!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

PARA ENXERGAR O FUTURO É NECESSÁRIO OLHAR O PASSADO



Da escritora Rula Jebreal e roteirista do filme "Miral" dirigido por Julian Schnabel:

"eu sei que, para enxergar meu futuro, preciso olhar para meu passado.”

Isso vale para ela, sobrevivente palestina e também para o PET e sua história excelsa.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

RECORDAR É VIVER: O QUE FOI A ÚLTIMA REUNIÃO DO CS-PET EM BRASÍLIA ...



A reunião do CONSELHO SUPERIOR (CS) DO PET, ocorrida no dia 21 de junho, após dois anos de insistentes pedidos de sua convocação pela CENAPET, mostram alguns aspectos deletérios das instituições e da natureza humana. Vejamos:
i) a reunião começou sem a aprovação da última ata, dois anos antes. Isso demonstra que não existe o mínimo intresse na historicidade do Programa. Falta respeito ao passado. A memória do PET está em fragmentos (nem a idade correta do PET a SESu sabia...);
ii) no início das falas, todos os personagens, estranhos ao CS (FORPROEXT, representada pela filha da economista Maria da Conceição Tavares; PET-SAUDE, representada por Estela Haddad; FORGRAD), já manifestavam contentamento com as "mudanças" do PET. Questionamos este fato já em seu início, pois estas "mudanças" já estavam previamente definidas à revelia de um diálogo prévio com a CENAPET!
iii) a truculência e o "tour du force" da própria Secretaria, comandando como um maestro, uma reunião orquestrada desde os últimos eventos regionais (SULPET e ECONPET), quando um emissário da SESu para lá foi dirigido e captou a questão da "CENAPET Jurídica - Não Jurídica". A informação do emissário deu "tranquilidade" (e truculência!) à Secretaria de decretar que a CENAPET não representa tutores e alunos;
iv) intimidações levantadas orquestradamente pelos presentes.
De toda esta análise, depreendemos que:
a) o quadro político atual é infinitamente pior que aqueles praticados pelos sequazes do governo FHC (ao menos, anunciavam EXTINÇÃO como EXTINÇÃO e não como subterfúgios de PETs genéricos e rotatividade forçada de tutores);
b) intimidação virou moeda política;
c) cooptação virou estratégia permanente, trazendo programas desconexos para serem abrigados pela sigla PET;
d) descaracterização acelerada do Programa de Educaçãoo Tutorial, misturando sua filosofia com problemas de cunho populista, eleitoreiro, profissional, assistencialista (na pior acepção desta palavra);
e) tentativa de destruição em larga escala da memória do PET: liquidação de representatividade, rotatividade forçada de tutores, nenhuma convocação do CS, cooptação de instituições e pessoas, etc.
Vida dura ao PET: ou resistimos, como fizemos em nossa primeira década de luta contra a extinção, ou esta mesma extinção nos esperará, em curto prazo, dentro da vala comum onde caíram tantos programas de excelência!
À luta sempre!