quinta-feira, 28 de junho de 2012

SESu TESTA NOVOS CARIMBOS PARA DEMISSÃO DOS TUTORES "ANTI-REPUBLICANOS" ... (no words!)



EXTRA! EXTRA! A VERDADE DA SESu CONTRA O PET E CONTRA OS TUTORES INSTITUIDORES




Na metade de 2010, a Diretoria da CENAPET, da gestão 'O PET QUE QUEREMOS', enfim teve atendida sua reivindicação da reunião do CONSELHO SUPERIOR do PET, que não era convocado pela SESu, de forma totalmente contrária à legalidade, havia dois anos!
Porém, a reunião foi uma armadilha, montada fora do ambiente da SESu, no Prédio do MEC (na Esplanada dos Ministérios), e com "novos personagens" agregados, sem prévia publicação. A armadilha residiu na:
i) criminalização da CENAPET, alegando ipsis literis que "a CENAPET tinha se transformado num sindicato [sic]", e que isso não seria mais tolerado;
ii) de que a mortalidade tutorial  - de três anos - seria instaurada, a despeito do então Ministro, FERNANDO HADDAD, tê-la revogado três anos antes (para dar à redação da Lei, paridade com o Programa de Bolsas de Produtividade do CNPq, que só prevê "mortalidade", não por temporalidade, mas por falta de produção acadêmica);
iii) de que o CONEXÃO-SABERES desapareceria como Programa para ser enxertado no PET;
iv) de que os CLAs deveriam ser reestruturados diante da Portaria que estava por vir.
A reunião constituiu-se numa espécie de fuzilamento sumário: do Programa, e dos dirigentes da CENAPET, os quais, durante mais de uma década, trabalharam incansavelmente para que o PET não fosse extinto na gestão de Paulo Renato Souza, durante o governo FHC! E que trabalharam, TODOS, tutores, sem bolsa por três longos anos!
As questões, diante de tanta falta de comportamento Republicano, que se levantam no horizonte são:
1. A SESu, de 2010 para cá, só acirrou este comportamento de transformar o PET em política assistencialista e doadora de bolsas, liquidando seu valor acadêmico;
2. A SESu está criminalizando os tutores, especialmente aqueles que detêm a memória da instituicionalização do Programa, denunciando-os como agentes que fazem "denúncias" na imprensa, usando termos como "tutores não republicanos", que agem contra uma POLÍTICA PÚBLICA, pois o "PET não pertence à eles, mas às Instituições" e que não existe "autoria" nos projetos encaminhados ou em andamento;
3. O MEC afirma que teve a CORAGEM [sic] de lutar contra os tutores antigos, tomando medida "impopular", contra tutores anti-Republicanos;
4. O MEC, como já afirmado anteriormente aqui no BLOG PETBRASIL, deverá afrontar seu Ministério-Irmão, o MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia), e comprar a briga para expulsar TAMBÉM todos os Bolsistas-Produtividade do CNPq "anti-Republicanos", uma vez que  existem ali, na condição de bolsistas mais de 10, 15, 20 e, em alguns casos, 25 e 30 anos, coordenando Projetos de Pesquisa;
5. O MEC deverá dizer ao CNPq, como disse para a gestão da CENAPET em 2010, e como continua vociferando até hoje,  que é necessário que a forma de ocupação do cargo de Professor-Produtivo "seja republicana", ou seja, Bolsa-Produtividade-CNPq não deve ser espaço privilegiado [sic] desse ou daquele Professor. O ideal é que a universidade promova os processos seletivos que garantam a lisura e a transparência da ocupação desses importantes cargos, revezando bolsas, transformando a ciência e sua produção não numa atividade meritocrática, mas numa política social de doação de bolsas, vazia de significado social verdadeiro! Vazia de Ciência! Vazia de Educação! Vazia de res publica!
Resta saber se o MEC terá peito para dizer tudo isso de forma aberta, ou se continuará a agir de forma rasteira, nos bastidores, cooptando a atual administração da CENAPET, dando cobertura a processos de avaliação deturpados por perseguições pessoais, e outras políticas fascistóides mais!
Basta!
Se aceitarmos tudo isso, estaremos aceitando o fim do PET - que já começou deste o Ato Institucional ... opssss .... Portaria 976, assinada pelo então Ministro FERNANDO HADDAD, sem nenhuma democracia, sem nenhum respeito à história de lutas e preservação do patrimônio público (o que o desqualifica, inclusive, dentro da história de seu partido e daqueles que o guindaram ao poder)!
À luta, companheiros!
Não à cooptação!
Não à extinção da MEMÓRIA!
Como diria o velho e bom "Che": Não vamos nos deixar morrer!


quarta-feira, 27 de junho de 2012



... e se Guevara fosse Tutor






O primeiro dever
de um Tutor-Revolucionário
é não se deixar morrer !


                                     (by L.E.)

terça-feira, 26 de junho de 2012

4.000 ACESSOS ESTA NOITE (POR MÊS!) !!!


O contador SITEMETER registrou: 4 mil acessos este mês. O Blog PETBRASIL bateu seu próprio recorde.
A redação do Blog credita boa parte deste sucesso à má administração do PET na SESu.
Tristes tempos! Tristes tópicos!
Vida longa ao Blog PETBRASIL

segunda-feira, 25 de junho de 2012

EM TEMPOS DE ASSANGEs E LUGOs, OU SEJA, DE CASSAÇÕES POLÍTICAS, PUBLICAMOS A CARTA ABAIXO


Carta que o Prof. LUIZ EDUARDO, da UFRJ, enviou ao Ministro da Educação ALOYSIO MERCADANTE.
Até o momento, sem resposta ...

[ click com o botão direito na figura e abra numa nova guia para ampliá-la ]

domingo, 24 de junho de 2012

DA NECESSIDADE DE RESPOSTAS!



Há dois anos, quando a SESu resolveu radicalizar, cooptando Pró-Reitores de Extensão e Graduação, e golpeando duramente dois Programas, PET e CONEXÃO-SABERES, iludindo os Conselhos de Educação da Câmara e do Senado, ludibriando seus presidentes com abraços e amplexos vazios (especialmente a deputada Maria do Rosário - presidente à época da Com.Educação da Câmara - e senador Flavio Arns - presidente à época da Com. Educação do Senado), e após as matérias e editorial do O ESTADO DE S.PAULO, a SESu prossegue com seu comportamento maquiavélico. Legaliza processos de avaliação-cassação política; impõe Portarias; coopta a atual administração da CENAPET; escarnece da comunidade petiana.
Até quando suportaremos este arbítrio?
Até quando taparemos o sol com a peneira?
Até quando nos contentaremos em não sermos nós mesmos?!?

LIBERDADE E EXÍLIO PARA ASSANGE! LIBERDADE PARA A EXPRESSÃO


É necessário conceder asilo político ao criador do WIKILEAKS! Basta de perseguições para aqueles que revelaram os bastidores do poder e que hoje pagam com perseguições promovidas pelos "aparelhos de Estado", visando calar o dissenso. Basta! Liberdade já à expressão!


MATÉRIA DO "O GLOBO":


O governo do Equador informou nesta terça-feira que o fundador do Wikileaks, Julian Assange, solicitou asilo político e proteção, argumentando que seu país não lhe assegura garantias mínimas. A informação foi dada pelo ministro de Relações Exteriores equatoriano, Ricardo Patiño, que garantiu que Assange já está refugiado na sede diplomática do país em Londres. No dia 17 de abril, o presidente equatoriano Rafael Correa realizou uma entrevista com Julian Assange, por meio de uma videoconferêcia, para um programa de um canal russo.
- Assange enviou uma carta à embaixada dirigida ao presidente, onde, entre outras coisas, denuncia uma perseguição política contra ele e por isso busca asilo político. Agora o país analisa a decisão de dar asilo político a Assange - afirmou Patiño durante uma coletiva de imprensa.
Em sua conta no Twitter, Patiño escreveu ainda que Assange disse haver recebido ameaças de morte e de ser entregue a autoridades americanas, além de bloqueio financeiro extrajudicial. A solicitação também foi confirmada através do próprio Wikileaks, que publicou no Twitter um alerta em que se lia: “Julian Assange solicitou asilo político e está sob proteção na embaixada do Equador em Londres”. O país andino já havia oferecido asilo ao ativista em novembro de 2010.
Segundo o chanceler, na carta em que solicita o asilo político, Assange detalha um“lamentável abandono” por parte das autoridades de seu pais: “As autoridades da Austrália não defenderão nem minhas garantias mínimas diante de qualquer governo e delegam à Constituição de um país estrangeiro, que aplica a pena de morte ao delito de espionagem e traição, ignorando a obrigação de proteger a seu cidadão que é perseguido politicamente”, diz o documento.
(iN: http://oglobo.globo.com/mundo/assange-pede-asilo-na-embaixada-do-equador-em-londres-5253607 )

quarta-feira, 20 de junho de 2012

EXTRA! EXTRA! DEU NO EDITORIAL DO "ESTADÃO"



A crise do PET

20 de junho de 2012 | 3h 09



O Estado de S.Paulo
Considerado um dos mais eficientes projetos de iniciação científica lançados no País, o Programa de Educação Tutorial (PET) está vivendo mais um período de dificuldades. Dos 780 grupos em funcionamento, 281 ainda não receberam as verbas de custeio relativas a 2011. E, apesar de o ano já estar quase na metade, os recursos previstos para a compra de livros e material científico, em 2012, ainda não foram depositados nas contas de todos os grupos.
Alguns grupos - como o PET de Geografia da Universidade Federal da Grande Dourados e o PET de Direito da Universidade de São Paulo (USP) - estão sem receber as verbas de custeio desde 2009. Em vários PETs, os gastos de custeio estão sendo bancados por seus coordenadores - os professores tutores. Eles afirmam que, por causa da inépcia do Ministério da Educação (MEC), desde 2010 não conseguem submeter ao órgão os relatórios de atividades acadêmicas. As autoridades educacionais atribuem o atraso do repasse das verbas a "entraves burocráticos" e prometem regularizar o pagamento.
Cada grupo tem até 12 alunos, que recebem bolsas de R$ 360 por mês. Ao todo, o programa envolve 10 mil estudantes. Criado originariamente para atrair os melhores alunos dos cursos de graduação, o PET tinha por objetivo formar a elite das universidades brasileiras. Mas, durante a gestão de Fernando Haddad, o MEC alterou o perfil do programa. Alegando a necessidade de valorizar uma "formação cidadã", o órgão o converteu em instrumento de extensão universitária. E, em 2010, incorporou ao PET o programa de extensão Conexões Saberes, o que levou alguns tutores a acusar Haddad de transformar os grupos de ensino e pesquisa numa espécie de "voluntariado social".
Antes dos problemas que enfrentou no governo Lula, o PET passou por uma grande crise no governo Fernando Henrique, quando por pouco não foi extinto. Na época, o programa estava vinculado à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Para seus dirigentes, não fazia sentido o órgão, criado para coordenar a pós-graduação, cuidar de um projeto destinado à graduação. Em 2005, o PET foi transferido para a alçada da Secretaria de Educação Superior do MEC, que estimulou a criação de Comitês Locais de Acompanhamento, em cada universidade, para coordenar os grupos de ensino e pesquisa. Mas, em algumas universidades, a experiência foi um fracasso, porque os coordenadores, além de não terem o preparo necessário, tentaram passar por cima da autonomia didática dos tutores e impor regras que burocratizaram a gestão dos grupos.
Inspirado numa experiência realizada no final da década de 1950 pela Faculdade de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o PET foi implantado pela Capes em 1979, durante a gestão do economista Cláudio Moura Castro. A ideia, segundo ele, era criar "enclaves de qualidade acadêmica" num período em que as instituições públicas de ensino superior vinham crescendo sem planejamento, massificando a educação superior. Entre os alunos que participaram do antigo grupo de estudo da UFMG destacam-se Edmar Bacha, Simon Schwartzman, Bolívar Lamounier, Vilmar Faria, Paulo Haddad, Fábio Wanderley Reis, Rogério Werneck, Dorothea Werneck e José Márcio Camargo.
Os três primeiros PETs criados pela Capes foram os de economia, na PUC do Rio de Janeiro e na Universidade de Brasília, e o de Direito, na USP. Vários egressos dos PETs de economia atuaram na formulação do Plano Real, integraram diretorias do Banco Central e ocuparam cargos estratégicos no Ministério da Fazenda. Vários egressos do PET de Direito foram ou são conselheiros do Cade, ministros do Superior Tribunal de Justiça, secretários de Direito Econômico e até ministros de Estado.
O atraso no pagamento das verbas de apoio ao PET é mais uma amostra do modo como o governo lida com a educação. Com muito alarde, ele inaugura novas universidades, mas não as dota de corpo docente e infraestrutura. Com muita pompa, ele cria o programa Ciência Sem Fronteiras, mas não consegue nem mesmo manter os grupos de ensino que compõem o PET.

terça-feira, 19 de junho de 2012

HADDAD REPETE EM S.PAULO O QUE FEZ COM O PET EM BRASÍLIA


A atitude irresponsável de Haddad em se aliar a Maluf custou a candidatura da Vice, Luiza Erundina, na chapa. Erundina, mantendo-se fiel ao seu passado histórico, não destruiu seus ideais. Já Haddad, tentando adotar o mesmo estilo atropelador que adotou, p.ex., com as desfigurações promovidas no PET e no CONEXÃO-SABERES, repetiu seus velhos erros e manias!
Será que aparecerão agora as viúvas de plantão de um novo "esquerdismo-malufista" radical para soltar o verbo contra aqueles que não renunciaram à crítica construtiva e não se aliaram ao sabujismo nefasto e à cooptação ?!?

BOLSAS ATRASADAS!!!


Depois de vender a nova Plataforma SIGPET como a nova "maravilha" da SESu para a gestão do PET, vemos que a promessa virou poeira: as bolsas encontram-se atrasadas.
Pelo PRINTSCREEN acima vemos que a informação que consta na Plataforma SIGPET é a de que a PARCELA (=bolsa) foi GERADA COM SUCESSO! hummmmm ....
ATRASO é sinônimo de SUCESSO???
A redação do Blog recebeu quase uma centena de emails pedindo informações.
Mais outra mancada do MEC-SESu com o PET!
Mais outra!!!!

domingo, 17 de junho de 2012

LIÇÕES DE GEORGE ORWELL: "A REVOLUÇÃO DOS BICHOS"


Eis / That is the question:

“As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem e
quem era porco.”

(...) !!!

sábado, 16 de junho de 2012

PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM (...NEM DEVEM!) CALAR!


É sabido que a administração do PET na SESu passa pela incompreensão do Programa, pelo seu uso eleitoreiro e pela truculência aberta e non sense qeu verificamos hoje.
A edição da Portaria 976/2010 é a prova inconteste desta situação, quando, numa penada do então Ministro Fernando Haddad, dissolveu o Programa CONEXÃO-SABERES e o implantou à força no PET, introduziu a mortalidade tutorial de três anos (que o próprio Ministro havia revogado poucos anos antes), dissolveu a representação no Conselho Superior e, de alguma forma, deu base para uma avaliação sinistra e eivada de irregularidades.
Assim, após dois anos de administração desastrosa, e da procura da imprensa (vide notícia no ESTADÃO) à verdade dos fatos, as perguntas que não querem, nem devem, calar são:
1. Por quê a SESu compactuou com uma avaliação esdruxula, cuja avaliadora revelou-se ser a própria e única ad hoc, e, pior ainda, revelou que buscou no Instituto do tutor excluído ilegalmente, depoimentos de "colegas", ou seja, buscou fatores subjetivos para completar uma exclusão arbitrária;
2. Por quê a SESu desconsiderou o estudo sobre mortalidade natural dos tutores realizado pela gestão da CENAPET passada, que mostrava cabalmente a não necessidade de impor a mortalidade tutorial segundo a Port. 976?
3. Por quê a SESu insiste com uma avaliação canhestra que não consegue dar conta de sua missão precípua, e despreza a função avaliadora dos CLAs, como ocorria entre 2002 e 2005?
4. Por quê a SESu trabalha com duas plataformas SIGPROJ e SIGPET quando mostrou com toda opulência sua incompetência em gerenciar estes dois sistemas? (parece que o SIGPET foi montado para tirar ainda mais a responsabilidade das Pró-Reitorias para a co-gestão do Programa)
5. Por quê a SESu não enviou representante ao SULPET 2012?
6. Por quê a SESu nada fez ao seu representante, que também, recentemente, chegou a representar o atual Ministro da Educação, quando, no evento ENAPET 2011, caçoou de um ex-Ministro que acabara de falecer (Ministro Paulo Renato Souza)? Não fica bem para a diplomacia e para o bom-viver tripudiar dos mortos...
7. Por quê a SESu não dialoga e revoga a Portaria que destruiu as bases do PET e do CONEXÃO-SABERES?
8. Por quê a SESu, até o momento, nada disse sobre o aumento das bolsas dos alunos, como ocorreu com o PIBIC?
9. Por quê a SESu trabalha ativamente para a cooptação aberta de certos setores da representação do PET?
10. Por quê a SESu não retorna com a função avaliativa dos CLAAs, tornando também estes em elmentos ativos de avaliação e regulação dos PETs em suas IEES de origem?
Estas 10  perguntas expressam a angústia da comunidade petiana e seu total desagrado com a política agressiva levada a cabo pela SESu e os sabujos que a defendem de forma monolítica e intransigente, para manter privilégios obtidos na órbita governamental.
É necessário lutar!
É necessário que recuperemos o que foi a luta do PET contra sua extinção ou desfiguração: luta esta que completa 15 anos! Ou seja, quase metade da existência conturbada deste Programa.
À luta, companheiros e companheiras!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

FRASE DE LULA


"Em time que está ganhando não se mexe (...). Só sai por contusão."


[Presidente Luís Inácio Lula da Silva, falando sobre sua equipe ministerial, mas bem que poderia valer para o PET, antes da famigerada e destruidora Portaria 976, que destruiu as bases de dois Programas: PET e CONEXÃO-SABERES. Estamos contundidos, mas não sairemos - "non passarán!"].

LINK PARA MATÉRIA DO "ESTADÃO"


http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,mec-atrasa-r-11-milhoes-em-verbas-de-apoio-para-programa-de-graduacao-,883800,0.htm

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,tutor-polemico-passa-por-processo-atipico-de-expulsao-,883804,0.htm

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,pet-determinou-minha-vida-pessoal-e-profissional-,883796,0.htm

O BLOG PET BRASIL AGRADECE A VISITA DO S.T.F.


O contador de acessos do Blog PETBRASIL registra o acesso do Supremo Tribunal Federal. Esperamos que o STF possa estar se debruçando sobre a administração do PET na SESu especialmente sobre a Portaria 976 e os seguintes problemas que se abateram sobre o PET:
- Plataformas SIGPROJ e SIGPET inoperantes e confusas;
- não pagamento de custeio a diversos grupos (R$ 11 milhões de reais);
- mortalidade tutorial imposta, revogando redação de Portaria anterior e desprezando estudo da administração da CENAPET (gestão 2008-2010);
- avaliações com quebra de sigilo de ad hoc, com adição de fatores subjetivos e com cassação política;
- não reajuste das bolsas dos estudantes;
- inobservância das atuações dos CLAs e sua redução a meros cartórios de repasse de relatórios;
- destruição das bases do PET e do CONEXÃO-SABERES.

BLOG PETBRASIL AGRADECE A VISITA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA


A Presidência da República acessou hoje o Blog PETBRASIL. Quem sabe, os reflexos da reportagem do ESTADÃO já estejam surtindo o efeito que todos desejamos, uma vez que a falta de diálogo e a prepotência do MEC ainda campeiam na adminiStração do PET

DA SÉRIE: "A VERDADE, NADA MAIS QUE A VERDADE" - I


(da matéria publicada no jornal O ESTADO DE S. PAULO ("ESTADÃO"): "MEC atrasa R$ 11 milhões em verbas de apoio para programa de Educação" , pg. A-14, 08 de junho de 2012)

sábado, 9 de junho de 2012

PET NO "ESTADÃO" - 6 (CAPA DO JORNAL)


A reportagem do jornalista Paulo Saldaña, publicada na edição de ontem, foi chamada na capa do grande jornal de circulação nacional 'O ESTADO DE S. PAULO', mais conhecido como "ESTADÃO".
A reportagem foi precisa. Ouviu tutores, um egresso e o MEC.
Interessante os depoimentos (para o "bem" ou para o "mal").
Resta saber se o MEC ficará parado diante de todas as imposições que patrocinou contra o PET e o CONEXÃO-SABERES ....

PET NO "ESTADÃO" - 5 - TODA A MATÉRIA


(faça duplo click na imagem para ampliá-la)

PET NO "ESTADÃO" - 4


sexta-feira, 8 de junho de 2012

REFLEXÕES DA NOTÍCIA NO "ESTADÃO: PET NA 'AGÊNCIA BRASIL'




MEC deve R$ 11 milhões a programa de educação

Ao todo, 281 grupos estão sem receber verbas anuais de custeio desde 2011 e nenhum dos 780 grupos recebeu em 2012 Aloizio Mercadante, ministro da educação (5/06) 


Aloizio Mercadante, ministro da educação (5/06) (Agência Brasil)

Uma das iniciativas do Ministério da Educação (MEC) de fortalecimento dos cursos de graduação, o Programa de Educação Tutorial (PET) está com verbas atrasadas em todo país. Ao todo, 281 grupos estão sem receber as verbas anuais de custeio desde 2011 e nenhum dos 780 grupos recebeu em 2012 - um valor total de quase 11 milhões de reais. Professores ainda reclamam que não conseguem submeter relatórios de atividades desde 2010.

(fonte: 

PET NO "ESTADÃO"- 3



MEC atrasa R$ 11 milhões em verbas de apoio para programa de graduação

Dos 780 grupos de ensino e pesquisa apoiados pelo Programa de Educação Tutorial em todo o País, 281 estão sem receber os recursos de custeio desde o ano passado e nenhum obteve o repasse em 2012; MEC culpa 'entraves burocráticos'

08 de junho de 2012 | 3h 07


Paulo Saldaña, de O Estado de S.Paulo
Uma das iniciativas do Ministério da Educação (MEC) de fortalecimento dos cursos de graduação, o Programa de Educação Tutorial (PET) está com verbas atrasadas em todo País. Ao todo, 281 grupos estão sem receber as verbas anuais de custeio desde 2011 e nenhum dos 780 grupos recebeu em 2012 - um valor total de quase R$ 11 milhões. Professores ainda reclamam que não conseguem submeter relatórios de atividades desde 2010.
Os atrasos das verbas de custeio de 2011 atingem 36% dos grupos do PET. Esse recurso, calculado por bolsista, gira em torno de R$ 8 mil por ano por grupo. É necessário para gastos de manutenção dos estudos e pesquisas (desde manter vivos ratinhos de laboratório até a participação de alunos em congressos).
Apesar de não ser muito conhecido, o PET tem mais de 30 anos e envolve quase 10 mil alunos. São grupos de até 12 alunos por curso ou tema, coordenados por um professor tutor. Estudantes têm bolsas de R$ 360 e tutores, de R$ 1,8 mil, o que resulta em um custo anual de cerca de R$ 57 milhões. Atualmente, o PET é mais voltado para a formação cidadã e para o exercício da tríade ensino, pesquisa, extensão, mantendo um foco de melhora na graduação.
Segundo o MEC, entraves burocráticos causaram os atrasos das verbas de 2011 e deste ano. Entretanto, vários tutores dizem que não recebem a verba desde 2009. "Não recebi em 2010, 2011 nem em 2012", afirma Maria José Martinelli Calixto, tutora do PET de Geografia da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Mato Grosso do Sul. Sem o dinheiro, alunos não puderam participar do encontro nacional do PET, previsto pelo programa.
Um grupo da Universidade de São Paulo (USP) também não recebe desde 2009. "Comprei materiais com meu dinheiro. E, sem a verba para atividades como congressos, os alunos se desmotivam e vários abandonaram o programa", diz o professor, que pediu anonimato.
A manutenção dos alunos também é um desafio para o tutor Marcos Danhoni, do PET de Física da Universidade Estadual de Maringá (PR). "Em 2011 não recebi nada. Ainda consegui manter os bolsistas, mas teve gente que não conseguiu." Ele é um dos que criticam os novos rumos do programa. "Mudaram o programa sem ouvir os tutores, as bases ficaram afetadas e a avaliação pluralista e interdisciplinar saiu", afirma Danhoni.
O professor Luciano da Silva Alonso, que lidera o PET de Veterinária da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), reclama que o MEC exige que as verbas sejam gastas a toque de caixa. "Em setembro de 2011, recebemos a de 2010. Tivemos de finalizar o orçamento em janeiro", diz ele. "Também não fui avaliado, trabalho às escuras. É desrespeito com recurso público, poderia acontecer de um grupo não fazer nada."
O MEC promete pagar os atrasados neste ano, junto com os valores referentes a 2012. Cerca de 300 grupos receberão, segundo a pasta, até 30 de junho e, o restante, 480 grupos, até 30 de agosto. "Está claro para o governo que a atual sistemática de pagamento do custeio não é adequada. Melhorias precisam e estão sendo feitas", cita nota.
Avaliação. Os tutores precisam preparar um relatório para cada ano de atividade, além do planejamento do ano seguinte. Muitos não conseguiram submeter pelo site do programa o documento de 2010. "A qualidade do programa está ligada ao fato de ele ser avaliado. É um programa rico. Por meio da avaliação vemos se as atividades estão adequadas", diz Dante Barone, do PET de Computação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
O MEC defende que os problemas com a submissão dos relatórios deve-se a um "processo de mudança na forma de avaliação do programa".
Segundo a pasta, a avaliação é realizada bienalmente e não há problemas em prorrogar o prazo. No entanto, as regras do programa preveem que Comitês Locais de Acompanhamento, uma das instâncias de avaliação do PET, realize o acompanhamento anual dos grupos.
A interface do programa na internet também tem provocado muita dor de cabeça. Tutores consideram o sistema inviável e burocrático. O MEC afirma que o novo sistema, SigPET, passa por melhorias.
Mesmo os tutores mais críticos são unânimes em reafirmar a importância do programa para a graduação e para os alunos que dele participam. Alguns só fazem elogios. Segundo a professora Nilce Nazareno da Fonte, do PET de Farmácia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o programa está atingindo o seu objetivo de formar com mais qualidade. "Existem alguns erros, mas muitos acertos", não cansa de repetir. Ferrenha defensora, ela nega a existência de problemas que o próprio MEC admite.
"O fato de não recebermos ainda o retorno dos relatórios não quer dizer que os recursos estão sendo mal empregados", diz o tutor José Fernandes de Melo Filho, do PET de Agronomia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O dois tutores estão com as verbas de custeio de 2011 para trás em dia.

PET NO "ESTADÃO" - 2



Tutor polêmico passa por processo atípico de expulsão

Professor da UFRJ foi impedido de apresentar recurso e professora, nomeada sem edital; ele acredita em retaliação

08 de junho de 2012 | 3h 07



O professor Luiz Eduardo de Carvalho, da Universidade Federal do Rio Janeiro (UFRJ), está passando por um processo atípico de desligamento do cargo de tutor do grupo de Farmácia/Saúde Pública. Ele não pôde apresentar recurso à avaliação que baseou a expulsão. A UFRJ ainda nomeou outra docente como tutora sem realizar o processo seletivo obrigatório. Hoje, ela recebe a bolsa, mas Carvalho ainda tutoria os alunos - situação que já dura oito meses.
Mais de 40 tutores, bolsistas e egressos do Programa de Educação Tutorial (PET) assinaram abaixo-assinado em favor do professor. "Respeitar contratos e atos normativos é imprescindível para a vida em sociedade", cita o manifesto, levado à reitoria.
Na opinião de Carvalho, e também na de vários tutores, seu desligamento foi uma retaliação por conta de críticas que ele faz às falhas do PET em eventos, por e-mail a tutores e também no blog petbrasil08.blogspot.com.br. "A minha presença incomoda e querem me colocar para fora. Eles dizem que estou desligado, mas continuo trabalhando com os alunos."
O Ministério da Educação (MEC) nega que tenha havido retaliação e defende que o processo foi transparente. Mas a situação é estranha. O próprio MEC afirma: "Ele não é mais o tutor, embora continue realizando trabalhos com seus alunos", sem detalhar como essa situação seja aceitável. Outro argumento do MEC e da UFRJ é que Carvalho não tem título de doutor. Mas as regras do PET preveem mestres como tutores em casos de excepcionalidade - Carvalho foi admitido tutor com esse critério.
O processo começou com a avaliação negativa que o grupo de Carvalho, tutor há 22 anos, recebeu no último relatório, de 2009. Ele teria direito ao recurso, mas a UFRJ não o encaminhou. "Já tinha entregue na pró-reitoria e não enviaram ao MEC. Fui à ouvidoria, até agora nada."
A UFRJ diz que o caso vai ser avaliado na congregação do curso. Sobre o fato de uma professora ter sido nomeada sem processo seletivo, a universidade defende que se trata de "procedimento emergencial" - o que não é previsto nas regras do PET. O MEC reafirmou que todos os tutores devem passar por processo seletivo, mas continua pagando a tutora escolhida a dedo.
"Em todos os meses, nunca ouvi falar dessas coisas que surgiram agora com a apuração da reportagem", diz Carvalho. / P.S.

PET NO "ESTADÃO"- 1




PET determinou minha vida pessoal e profissional

08 de junho de 2012 | 3h 06
JAMACY COSTA SOUZA, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA), DOUTORANDO EM SAÚDE PÚBLICA, EX-BOLSISTA DO PET. REALIZA PARTE DA SUA PESQUISA NA UNIVERSIDADE DE SORBONNE, NA FRANÇA - O Estado de S.Paulo
Análise: Jamacy Costa Souza
Ter sido "petiano" foi determinante na minha vida pessoal e profissional. A bolsa do MEC propiciou livros, revistas, teatro. Ao estudar o sociólogo francês Pierre Bourdieu, compreendi melhor minha trajetória. É que, 20 anos depois do PET, ainda me sinto e opero como "petiano".
Devo ao PET essa trajetória do interior da Bahia ao estágio em Paris, no coração da sociologia bourdesiana, passando pela graduação na UFRJ, mestrado na USP, docência e doutorado na UFBA.
Durante a graduação, vivenciei diariamente a rotina e os desafios vividos pelo tutor. Enquanto colegas estavam restritos à sala de aula, percorri por dentro a Campanha do Betinho, fiz pesquisas e debates, trabalhando em grupo, operando o mundo, a universidade e a vida como de verdade são. O PET não me ensinou a ser aluno. O PET me treinou para ser profissional e cidadão.
A bolsa foi fundamental. Trabalhar em grupo também. Mas sem um tutor como exemplo - permitindo um encontro de habitus - e sem um "projeto" que propicie geração autônoma de práticas e saberes, jamais será viável essa ideia de educação tutorial. Ter um professor... Isso é um luxo.
Se a doutrina petiana provoca e desconforta a universidade paquidérmica, em Bourdieu entendemos como o campo burocrático, com sua compulsão autoritária, engessa o campo científico, o espaço acadêmico.
O MEC expande a sigla PET para outros programas, enquanto a ideia de educação tutorial e liberdade vão sendo raspadas. Bourdieu, citando o pensador Blaise Pascal, chama de tirania o uso de armas de outros campos nas disputas de um dado campo. Não surpreende que a tentativa tirânica de desmontar o PET se concentre, faz tempo, nos grupos mais paradigmáticos.
O luxo de um professor tutor a todo graduando é o que caracteriza uma universidade pública. Defender a educação tutorial para todos e um ambiente acadêmico capaz de resistir às tiranias da mediocridade é minha retribuição ao que o PET me propiciou.

PÁGINA DO MEC HACKEADA


Alguns leitores escreveram ao email do Blog relatando que uma pagina (ou mais?!?) do MEC foi invadida por hackers: a mensagem que aparece é a seguinte:
HACKED BY BROTHERS TEAM
WE ARE HERE & THERE & EVERY WERE
fazendo alusão a um dos grandes sucessos dos Beatles.
A foto recapitula o filme 'V, como VINGANÇA'
O MEC deve ser mais rápido e estar atento aos ataques de hackers pois sua página web  é patrimônio público
e merece estar no ar para consultas dos interessados a todo momento.
Provavelmente, o momento ruim do MEC, com greves e destruição de Programas está gerando críticas das mais responsáveis até o fenômeno "hackeriano".
Mais responsabilidade, menos discursos, menos prepotência, mais diálogo (sem cooptação)!


sexta-feira, 1 de junho de 2012

PETBRASIL: EM DIREÇÃO AOS 200.000 ACESSOS!



O Blog PETBRASIL está próximo de seus 200 mil acessos, segundo nosso contador SITEMETER: média de 50 mil acessos/ano desde sua criação (julho de 2008), fruto da gestão da CENAPET "O PET que Queremos".
1.247 postagens, 1.024 comentários depois, estamos aqui seguindo com a consciência crítica da comunidade petiana, ainda que a cooptação esteja vicejando no MEC.
Vida longa ao PETBRASIL!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

NO "ESTADÃO" ...


Recordar é viver:

"o Programa de Educação Tutorial [...] vem sendo duramente criticado por bolsistas, orientadores e tutores, que reclamam do descumprimento [...] das sucessivas mudanças nas regras."


(jornal "ESTADO DE S. PAULO", em 02 de abril de 2012)

BLOG PETBRASIL AGRADECE AS RECENTÍSSIMAS VISITAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS



sexta-feira, 25 de maio de 2012

BLOG PETBRASIL AGRADECE A VISITA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA


O Blog PETBRASIL recebeu ontem a visita da PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, conforme registra nosso contador de acessos SITEMETER, e justo no post que informava sobre um ofício do então Presidente da Comissão de Educação do Senado, Senador FLAVIO ARNS, ao então Ministro da Educação, FERNANDO HADDAD. As demandas do ofício respondiam às gestões da CENAPET daquela época, não marcada pela cooptação e vassalismo como assistimos hoje.
O Palácio do Planalto já detectou problemas graves no MEC e não somente pela greve nas Federais, mas, também, pelos inúmeros problemas da gestão do PET na SESu causados pela herança que Haddad deixou no Ministério. Impossível varrer para debaixo do tapete as desfigurações completas no PET e no CONEXÃO-SABERES, o golpe da mortalidade tutorial, os problemas de SIGPROJ/SIGPET, as cooptações intensas, etc.
Presidenta Dilma, esteja alerta com quem trabalha contra os objetivos de seu programa de governo!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

SOBRE, JORNAIS, EDITORIAIS E SABUJISMOS A GOVERNOS


O fenômeno de histeria de massa que tomou conta da rede de tutores na internet  foi alimentada por alguns fatos:
- tutores que se apegaram à bolsa e só fazem loas ao governo [seja ele qual for];
- membros de comissões governamentais receosos de perder esta posição satelitar no MEC;
- insegurança acadêmica;
- prepotência represada.
Em nome destes fatos ou psicopatologias que grassam no meio acadêmico, construíram uma ética às avessas, e passaram a surrar em palavras e telefonemas um jornalista do O ESTADO DE S. PAULO, que queria saber sobre as recentes desfigurações do MEC sobre os Programas PET e CONEXÃO-SABERES.
Logo, os sabujos de plantão, especialmente aqueles ligados na criação de dissidências sindicais pelegas, propagaram a versão de uma "teoria de conspiração": um jornalista de um veículo da DIREITA usaria o PET para destruir a candidatura de Haddad: vamos lutar contra isto!".
A versão funcionou por 36 horas mas esgotou-se naqueles que propuseram tal "mirabolismo", e, obviamente, nas boas gargalhadas de quem, estando fora da panacéia, identificou logo o expediente rasteiro.
Abaixo, republicamos EDITORIAIS do ESTADÃO, DE 2010 e 2011. Poderíamos lembrar ainda a primeiraa capa que o ESTADÃO nos deu quando de nossa passeata em 1999 (em pleno governo FHC!), quando, com nossa crítica (ainda existente!), derrotamos todas as Portarias de extinção do PET!
Agora, tentando explorar a amnésia histórica, alguns tutores ligados a comissões da SESu, a interesses políticos (PROIFES, candidaturas à Reitorias futuras, etc.), etc., tentam abafar toda crítica e alertar para a "imprensa golpista que nos quer o mal absoluto!". Bahhhhh! Sejamos maduros, responsáveis e espertos em reconhecer os "espertos" nesta histeria triste e infelizmente mal encenada!
Que venha a grande imprensa e mostre que o PET foi desfigurado sim; que o CONEXÃO-SABERES foi desfigurado sim; que as platformas SIGPROJ e SIGPET não funcionam; que a Avaliação do PET vai mal; que a mortalidade tutorial foi imposta, etc. e etc.
Que venha nossa "Comissão da Verdade"!

EDITORIAL DO JORNAL "ESTADÃO" EM 2012



Fronteiras da Ciência

02 de abril de 2012 | 3h 05
O Estado de S.Paulo
Lançado no ano passado como uma das principais bandeiras do governo da presidente Dilma Rousseff, no campo da educação, o programa Ciência sem Fronteiras já começou a apresentar problemas causados pela inépcia e pelo excesso de burocracia.
O programa tem por objetivo acelerar a internacionalização do ensino superior no País e estimular a formação de mão de obra qualificada para centros de pesquisa e inovação científica, oferecendo cerca de 101 mil bolsas de estudo no exterior em quatro anos, das quais 75 mil serão financiadas pela União, no valor de R$ 3,2 bilhões, e 26 mil custeadas pela iniciativa privada. Sob responsabilidade do CNPq e da Capes, o programa já enviou para os Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França e Itália as primeiras levas de bolsistas em áreas do conhecimento consideradas prioritárias, como matemática, física, química e biologia.
Cerca de 11 mil estudantes e pesquisadores já estão no exterior, contemplados pelo Ciência sem Fronteiras, e outros 9 mil devem viajar até dezembro. Muitos bolsistas, contudo, que já se encontram no exterior, até agora só receberam a passagem aérea. Já se instalaram nas cidades onde farão graduação, especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado, mas não receberam o depósito das bolsas a que têm direito.
Nem as agências de fomento nem o Ministério da Educação sabem ao certo quantos bolsistas estão passando dificuldades, por falta de recursos para pagar aluguel, plano de saúde, alimentação e transporte. Os estudantes reclamam que as autoridades educacionais são implacáveis na cobrança de prestação de contas dos gastos e das atividades acadêmicas, mas ineficientes na manutenção dos cronogramas de pagamento das bolsas. O pagamento é trimestral e, segundo as regras do Ciência sem Fronteiras, os benefícios relativos aos meses de fevereiro, março e abril deveriam ter sido pagos em janeiro. A previsão é de que o depósito seja realizado durante o mês de abril.
"É constrangedor passar por isso, ainda mais em um país onde todo mundo paga as contas em dia. Passa uma má impressão do Brasil", diz João Paulo Catanoce, que chegou em fevereiro em Vancouver, no Canadá, para cursar engenharia na Universidade da Colúmbia Britânica. Por não ter recebido a bolsa, ele atrasou o aluguel por duas semanas e teve de pedir dinheiro emprestado a um professor do laboratório de mineração, onde faz estágio. "Informei ao CNPq que teria de pagar o aluguel. Primeiro, ninguém respondeu. Depois, ninguém sabe de nada. Em seguida, recebi um e-mail dizendo que gasto com aluguel é problema do aluno", afirma Catanoce, que demorou um mês para conseguir alguma explicação sobre seu caso. Por causa do atraso no pagamento das bolsas, a Universidade da Colúmbia Britânica não irá mais aceitar bolsistas brasileiros. "Aqui ninguém sabe o que é o Ciência sem Fronteiras. Portanto, o estudante assiste às aulas clandestinamente", relata o orientador de Catanoce.
Em nota, o CNPq reconheceu que o repasse de dinheiro para alguns bolsistas está atrasado e alegou que o programa é novo e que ainda "precisa melhorar". O problema é que o atraso no pagamento de bolsas não ocorre apenas nas agências de fomento à pesquisa. Mantido pelo MEC, o Programa de Educação Tutorial, de iniciação científica, também vem sendo duramente criticado por bolsistas, orientadores e tutores, que reclamam do descumprimento do cronograma de pagamentos e das sucessivas mudanças nas regras.
O governo acertou ao lançar o Ciência sem Fronteiras, uma vez que o programa propicia vivência acadêmica no exterior, dando aos bolsistas oportunidade de aprimorar sua formação nas universidades mais bem classificadas nos rankings internacionais. Mas, para que a iniciativa dê certo, é preciso que as autoridades educacionais sejam mais eficientes, simplificando os procedimentos administrativos e pagando as bolsas em dia. Ou seja, é preciso que o governo cumpra os compromissos que assumiu.

EDITORIAL DO JORNAL "ESTADÃO" EM 2010


Em 07/08/2010:

"Recentemente, sob a justificativa de estimular os programas de serviços à comunidade e evitar que o próximo governo “acabe” (sic) com o Programa de Educação Tutorial (PET), que tem por objetivo qualificar os melhores alunos da graduação, o MEC baixou duas portarias que o desfiguram inteiramente. Interpelado duramente por professores e alunos durante a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, Haddad prometeu rediscutir as mudanças e revogar as portarias."

terça-feira, 22 de maio de 2012

DE MINUTAS E MINUTOS PRECIOSOS DE CLARIVIDÊNCIA ...


Ao tomarmos ciência da Minuta da atual administração da CENAPET para o Manual de Orientações Básicas encontramos, à pg. 02, a seguinte pérola ("believe it or not..."):
"A retomada do diálogo da SESu/MEC com os representantes nacionais do Programa foi determinante para clarificar intenções, flexibilizar posições, definir responsabilidades e restabelecer a confiança mútua entre o MEC e a comunidade petiana."
A primeira pergunta é:
i) por quê este trecho está grafado em amarelo?
as outras perguntas são:
ii) mas não foi o MEC-SESu que destruiu todo diálogo desde 2006 (que se intensificou de 2009 em diante) quando começou a alterar profundamente a arquitetura do PET e a desleixar com o diálogo?
iii) não foi o MEC-SESu que, desrespeitando as normas que regiam seu Conselho Superior, não mais o convocou (num lapso de dois anos - não homologando avaliações, novos grupos, etc.)?
Oras, e que "confiança mútua" é essa?!?
Será aquela em que o ministro altera uma Portaria e instala a mortalidade tutorial?
Será aquela em que mecanismos de avaliação são usados de forma personalista, às margens muito distantes da lei, e com cassações políticas no horizonte?
Será aquela em que Programas são destruídos e enxertados no PET à revelia de qualquer discussão com a comunidade petiana?
Será aquela em que um dirigente da atual CENAPET vai até uma plenária da SBPC e elogia todas as ingerências feitas no PET ao então ministro Fernando Haddad?
Se é tudo isso, então nada temos de "confiança mútua"! Temos sim, uma CENAPET colapsada na cooptação, na destruição de sua história, por sabe-se lá quais razões ou des-razões. Algumas já até desconfiamos, mas outras, ..., bem, passam pelo ego natural daqueles que anseiam estar ao lado do poder, não importa o quão isto pode custar a corações, mentes, história e honradez.
Reagir é necessário! Merecem o PET! Merecem o CONEXÃO-SABERES!

sábado, 19 de maio de 2012

SOBRE AVALIAÇÕES, PODER E O ARBÍTRIO ...


O caso da exclusão do Prof. Luis Eduardo, do grupo PET-FARMÁCIA, da UFRJ, merece destaque neste Blog e nas reflexões daqueles que ainda querem bem ao Programa e com ele se preocupam, sem cair na cooptação e no fenômeno "wag the dog" (o rabo que abana o cão).
A exclusão do Professor se deu após uma avaliação realizada pelo MEC-SESu. Até aí,  nenhum problema, caso  não tivessem ocorrido os seguintes fatos:
i) uma das responsáveis pela processo avaliativo, numa comissão ad hoc, instituída pelo MEC, revelou explicitamente (e isto consta como documento comprobatório) que nenhum dos potenciais avaliadores consultados se prontificou a efetuar a avaliação. A pessoa responsável tomou então para si a tarefa de realizar este feito. Dois problemas: a) a avaliação constitui-se de um único parecer; ii) a pessoa responsável revelou que fez consultas adicionais a "colegas"  de Departamento/Instituto onde o Professor em tela está lotado, ou seja, adicionou fatores extremamente subjetivos a uma avaliação que deveria primar por objetividades;
ii) O Departamento do Professor, após o parecer de exclusão do MEC-SESu, procedeu à substituição do tutor sem direito amplo de defesa; sem um processo de escolha de novo tutor baseado em concorrência com apresentação e defesa de projetos;
iii) a CENAPET nunca se manifestou oficialmente a respeito deste caso, tendo, quando muito, alegado que ela nada pode fazer a respeito das decisões da Comissão de Avaliação;
iv) a Ouvidoria da UFRJ até o momento não se manifestou a respeito;
v) em visita ao MEC-SESu, foi assegurado ao Professor, por um dos dirigentes do Programa, que a justiça prevaleceria no exame do caso; caso que, até o momento, não se configurou, quando se sabe que a SESu sabe de todos os atropelos institucionais e descasos que estão ocorrendo nesta troca tutorial na UFRJ;
vi) em novo documento (comprobatório) revela-se uma inquietante relação pessoal entre um dirigente do Programa e um membro da Comissão de Avaliação, agindo não como entes institucionais, mas como amigos de uma confraria qualquer.
A comunidade petiana, no processo "wag the dog", está perdida em meio a SIGPROJs e SIGPETs disfuncionais, obsoletos, confusos. Mas esta pode ser uma estratégia diversionista, para distrair a todos dos processos kafkianos de avaliação, de ajuntamento forçado de programas (PET e CONEXÃO-SABERES) e de descalabro administrativo.
Justiça é o que todos buscamos!
Administração séria, eficaz e que respeite diálogos, idem!
Mas o que vemos mesmo é o inquietante processo que fez da presidenta Dilma uma vítima no passado e que, agora (!!!), a Comissão da Verdade quer esclarecer.
Não devemos nem precisamos esperar 20, 30 anos! Queremos os processos kafkianos extintos, o PET de volta em sua essência, a revogação da rotatividade (mortalidade) tutorial imposta, a uma avaliação digna de um programa com a complexidade do PET.
Queremos o básico ... só isso!!!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

OS RALATÓRIOS DA SESu: contribuições dos leitores



Os leitores do Blog PETBRASIL estão enviando curiosos rAlatórios [sic] da SESu ao PET. Imaginação não falta! Continuem enviando colaborações ao nosso trágico humor na nau à pique da SESu ...

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O RALATÓRIO [sic] DO PET: SIGPROJ ...


[click duas vezes na primeira figura acima para ampliá-la]

Mensagem enviada hoje para os tutores que ainda não enviaram os relatórios de atividades e Planejamentos para a confusa plataforma SIGPROJ* ... Vejam que o lapsus linguisticus traduz perfeitamente a política do MEC para o PET: RALATÓRIO!!!!
[* obviamente, a oferta de uma plataforma ruim e inoperável como o SIGPROJ traduz a política do MEC para instaurar a rotatividade tutorial de forma ainda mais rápida!]