terça-feira, 30 de outubro de 2012
NOVO EDITAL DO PET: A VERDADE SOBRE O PROCESSO DE SELEÇÃO!
Ao contrário do que apregoou os cooptados da CENAMEC e o desagregador-geral-de-Programas da SESu, a falta de responsabilidade no novo Edital de seleção de novos grupos do PET, começa a vir à tona com a força de uma pororoca gigantesca e incontrolável.
Com um edital que desfigura o PET, fragmentando-o em 3 categorias - uma nova: PET original, CONEXÃO-SABERES, e Engenharias, sem critérios de avaliação, no oba-oba de enfiar goela abaixo de tutores de 15 a 20 projetos (e de áreas incompatíveis com o ramo de conhecimento do tutor), o óbvio ululante enfim apareceu.
Segundo depoimentos que temos do interior do MEC e de descontentes da CENAMEC, são centenas e centenas de pedidos de reconsideração de Universidades que submeteram projetos. Mesmo querendo detonar com o processo autoral da submissão das propostas, foram estes autores que, descontentes com as centenas de vereditos esdrúxulos exarados por tutores inaptos para um processo sério de avaliação, que levaram adiante uma enxurrada de pedidos de reconsideração.
A SESu, na figura de seu desagregador-geral, chamou às pressas uma comissão de tutores para tentar apagar o incêndio.
Mas o mal já está feito! A SESu coloca mais um prego em seu caixão da incompetência governamental para com a gestão do PET!
E os brown-nosers que se cuidem: está chegando ao fim a lua-de-mel com a irresponsabilidade administrativa do PET!
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
O ÁLIBI MAL DISFARÇADO ...
O MEC não se fez presente no II Congresso da Sociedade Brasileira de Educação Tutorial (SBrET). Não se fez presente em eventos tópicos do PET. Só comparece em eventos "chapa-branca", em que tem garantias de cooptação.
Pois bem, menos de uma semana após a realização do 2o. Congresso da SBrET, soubemos que compareceu a um evento na UFRJ, há cerca de dois anos atrás, o agente desregulagador e desagregador do PET no MEC-SESu para falar de um tema que ele pouco dominava e pouco domina ainda: "Extensão" [este entende bem de autoritarismo, arrogância e cooptações]. Não disse que ele preparava-se para mover as engrenagens do governo para destruir o CONEXÃO-SABERES e desfigurar o PET.
Porém, a vinda dele naquele evento serviu de álibi para marcar presença na mesma Universidade em que o MEC, por intermédio de sua Comissão de Avaliação do PET, cassaria um tutor por motivos políticos, extinguiria o seu grupo, e compactuaria com o pagamento de uma tutora que nunca trabalharia (e por mais de um ano!) junto ao grupo ora extinto. A visita do agente desagregador é vital para que se consume o álibi e o continuo desrespeito às pessoas e às Instituições!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
SBrET: DEU NO JORNAL DA ADUFRJ!!!!
Da jornalista SILVANA SÁ:
Recentes alterações feitas pelo Ministério da Educação no Programa de Educação Tutorial (PET) das universidades vêm causando preocupação entre os que defendem esse modelo de ensino.
Desde 2010, o MEC adotou uma
política de expansão do PET com a
absorção de outro programa: o Conexões
de Saberes. O assunto foi discutido no II Congresso Nacional de Educação Tutorial, promovido pela Sociedade Brasileira de Educação Tutorial (SBrET) e realizado na UFRJ nos dias 15 e 16 de outubro.
A maior crítica é que os programas fundidos partiam de propostas originais diferentes: o PET, criado em 1979, tinha por objetivo gerar alunos de excelência na prática
da pesquisa e extensão no ensino,
enquanto o Conexões de Saberes (de 2004)
se voltava para as trocas entre a universidade e as comunidades populares,
atuando de forma mais localizada na extensão.
Além disso, a rápida expansão ocasiona
a dificuldade de o próprio ministério realizar as avaliações, que, segundo os
docentes, é imprescindível para a
manutenção da qualidade do trabalho.
Recentes alterações feitas pelo
Ministério da Educação no Programa de Educação
Tutorial (PET) das
universidades vêm causando preocupação
entre os que defendem esse modelo de ensino.
Desde 2010, o MEC adotou uma
política de expansão do PET com a
absorção de outro programa: o Conexões
de Saberes. O assunto foi discutido no
II Congresso Nacional de Educação
Tutorial, promovido pela Sociedade Brasileira de Educação Tutorial (SBrET) e realizado na UFRJ nos dias 15 e 16 de outubro.
A maior crítica é que os programas fundidos partiam de propostas
originais diferentes: o PET, criado em
1979, tinha por objetivo gerar alunos de
excelência na prática da pesquisa e extensão
no ensino, enquanto o Conexões de Saberes (de 2004) se voltava para as trocas entre a universidade e as comunidades populares,
atuando de forma mais localizada na extensão.
Além disso, a rápida expansão ocasiona
a dificuldade de o próprio ministério realizar as avaliações, que, segundo os
docentes, é imprescindível para a manutenção da qualidade do trabalho.
VER A MATÉRIA COMPLETA EM:
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
DISCURSO DE ABERTURA DO II CONGRESSO DA SBrET
O presente documento sustenta a tese de que
as atuais dificuldades do sistema educacional brasileiro resultam de uma visão
de curto prazo, pautada pelo sistema capitalista, intrinsecamente relacionado
com o conceito de mercado. Essa visão imediatista é ampliada ou reforçada pelos
correntes sistemas de avaliação universitária, que estão concebidos para captar
sintomas e não diagnosticar as efetivas causas das crises que assolam a
universidade pública brasileira. O Programa de Educação Tutorial (PET), que
apóia-se na tríade ensino, pesquisa e extensão, distingue-se por representar,
talvez, na melhor alternativa educacional efetivamente colocada em prática no
Brasil ao longo dos últimos 30 anos, permitindo semear e fundamentar uma nova
abordagem lógica para o desenvolvimento do trabalho universitário.
Estamos imersos em um ambiente capitalista,
construído e orientado pelos laboratórios científicos. A ciência rege de forma
soberana os destinos da globalização econômica atual e de nossas vidas. Esse
ambiente deve ser analisado com cuidado. No século XVI, quando entramos na
modernidade, o capitalismo de produção foi enfatizado. No início do século XX, houve migração de um
capitalismo de produção para um capitalismo de consumo. O Brasil, por sua
vez, embora já tenha estado na vanguarda
em função das incursões de Portugal por via marítima no século XVI, recusa-se
ou tem dificuldade de entrar na chamada modernidade, sinônimo de cultura
científica. Essa cultura científica está associada a um sujeito da ciência
(lógica transcendental), que, por exemplo, em alguns países como os Estados Unidos,
está claramente definido como do tipo Fordiano, de característica intervalar.
No Brasil, esse sujeito da ciência, em função da formação jesuítica nacional,
assume ares, muitas vezes, de um sujeito coletivo. Essa indefinição pode estar
associada a atrasos ou eventual construção do que seria um estágio além da
modernidade, possibilitado pelo caldo cultural brasileiro. Existe, enfim, um
inconsciente nacional, caracterizado pela chamada lógica da diferença ou do
outro. Adicionalmente, a história do país está associada a um princípio
dialético, que, muitas vezes, chamamos de progresso.
Em especial, está-se aqui a destacar que, ao
contrário do pensamento usual, aristotélico e científico, o PET proporciona uma
oportunidade ímpar para revelarmos e trabalharmos com todas as lógicas do
pensar e não nos asfixiarmos em uma modernidade de bases cartesianas
estritamente associada com a lógica científica, que tem exercido, com severas
dificuldades, a nível nacional, o papel de verdadeiro elixir estimulador do
desenvolvimento brasileiro.
Os sistemas de avaliação não têm conseguido,
de fato, avaliar, os fatores endógenos e inconscientes dos vários participantes
da pesquisa nacional, envolvendo, professores, alunos e
técnico-administrativos, que verdadeiramente são os motivadores das ações
empreendidas por esses agentes educacionais. As avaliações de produtividade têm
sido construídas na base estrita de números que permitem a análise
quantitativa, mas que, infelizmente, são insuficientes para recolher subsídios
para traçar estratégias educacionais mais globais, uma vez que desconhecem a
lógica do desejo e satisfação humanos.
O resultado desse processo de avaliação
precário acaba induzindo a tomada de decisões que estão sendo implementadas nos
órgãos de fomento no sentido de tornar mais pragmáticos os cursos e trabalhos
em desenvolvimento na Universidade, onde, então, a lógica do mercado acaba por
condicionar a alocação dos recursos. Esse pragmatismo exacerbado leva a retirar
do ambiente universitário a profundidade e o estímulo de reflexões
acadêmico-científicas de cunho mais questionador e inovador. Esse erro está
baseado em um pensamento de senso comum, errôneo, de que as empresas estejam
precisando de que a universidade prepare
mão-de-obra de perfil profissionalizante do tipo prático e não questionador e
inovador. Essa visão distorcida decorre de uma formação capitalista familiar,
sem a compreensão abrangente de como opera o sistema capitalista global.
Como elemento que se contrapõe a esse tipo
de encaminhamento do destino educacional brasileiro, surge o ensino tutorial,
que é a mola propulsora do PET, representando a luz e paradigma para a
implementação de novas políticas governamentais de forma a produzirmos efetivos
avanços no ensino superior brasileiro.
A experiência de tutores que interagem com
alunos, com abordagem de grupo, difere, por exemplo, do tradicional sistema de
iniciação científica, que, embora represente importante estímulo para formação
de recursos humanos na graduação, apresenta limitações significativas em termos
de formação da cidadania.
Prof. Dr. OTTO CORREA ROTUNNO FILHO (UFRJ)
Presidente do II Congresso Brasileiro da SBrET
Prof. Dr. OTTO CORREA ROTUNNO FILHO (UFRJ)
Presidente do II Congresso Brasileiro da SBrET
AGRADECIMENTOS E HOMENAGEM: Ao educador Anísio Teixeira (in memoriam) e ao filósofo Luiz Sergio
Coelho de Sampaio (in memoriam), pela
inspiração de estabelecer a discussão fundamentada de temas acadêmico-universitários
essenciais, com enfoque na Educação Tutorial, para repensarmos a atuação social da
Universidade no século XXI.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
ESTÁ NA HORA DE COLOCAR MAIS "DEFUNTOS" NESTE CAIXÃO POR MÁ GESTÃO DO PET
Em 1999, durante a terceira manifestação do PET em Brasília, das quatro que foram feitas (a última em 2004), enterramos FHC, Paulo Renato e dois asseclas. Está na hora, após todo o desrespeito e à política odiosa de cooptação da ex-CENAPET (hoje CENAMEC ou PET-IFES), de enterrarmos mais "defuntos" da educação brasileira vitimados pela má gestão do Programa de Educação Tutorial.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
BRASILIA ASSISTE TRANSMISSÃO AO VIVO DO CONGRESSO DA SBReT
Durante a transmissão ao vivo da abertura do Congresso Brasileiro da SBReT, Brasília entrou várias vezes no blog WIKIPETs BRASIL, como registra, p.ex., nosso contador SITEMETER. Contabilizamos, inclusive, um acesso direto do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Será que os nobres Ministros deram uma folga ao mensalão para saber o que ocorre na gestão do PET pelo MEC?
II CONGRESSO SBrET - TRANSMISSÃO AO VIVO
O Congresso da SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL está sendo transmitido ao vivo pelo site:
http://eventos.coppe.ufrj.br
Mais informações:
www.sbret.info
Evento no facebook: II Congresso Brasileiro de Educação tutorial
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
II CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - RIO DE JANEIRO - 15 A 16/10/2012
Dias 15 e 16 de outubro ocorrerá o II Congresso da SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - SBrET, na cidade do Rio de Janeiro (UFRJ). O Congresso discutirá os seguintes temas:
- conceitos e perspectivas;
- ferramentas para a educação tutorial;
- avaliação;
- design, eficiência e eficácia,
além de sessão de trabalhos, palestras e workshops.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
REFLEXÕES SOBRE UM EDITAL MANIPULADO ...
Abaixo, seguem algumas reflexões bastante pertinentes acerca do recém-Edital da SESu para escolha de novos grupos, realizados por um ex-bolsista do PET, Paulo Amorim:
Eu realmente não tinha prestado atenção ao último edital para criação de grupos PET. Guardo o desejo de reproduzir a experiência que tive como bolsista do grupo PET da Geografia da UFF na instituição que trabalho hoje (IF-SC), mas por algumas razões avalio que ainda não é o momento. Então deixei passar.
Mas pensando em debater esse tema fui ao edital. Devo dizer que não reconheço o que está lá como PET. Mas a título de exercício, coloquei-me na posição de aspirante a tutor.
O edital coloca o PET como projeto institucional. Atrela o grupo a demandas institucionais e agendas de governo. O papel do tutor, tão relevante antes, agora é tão secundário que apenas depois de definida a criação do grupo é que a instituição definirá quem exercerá a tutoria. De tutor-formulador passou-se ao tutor-executor. Tenho a impressão de que é uma filosofia semelhante ao que existe no PIBID. A redução do papel do tutor também significa que a história do docente conta muito menos. Não é relevante a trajetória profissional\acadêmica do professor.
Minha questão é que não está claro no edital a relevância, o diferencial, a razão pedagógica de chamar isso de educação tutorial. A figura do tutor estava ancorada na ideia de um método que permitisse ao aluno a formação pela atuação orientada por um docente experiente em sua área de atuação.
São algumas das minhas impressões a partir do edital.
Paulo Henrique
domingo, 7 de outubro de 2012
CENAMEC, EM RARO MOMENTO, DECLARA QUE SECRETÁRIO DA SESu É IGNORANTE!
A CENAMEC (outrora CENAPET, pré julho de 2010), declarou:
"(...) consideramos que o secretário não tem ciência da situação de atraso do pagamento dos recursos do PET ..."
Ou seja, o Secretário foi nomeado para um dos cargos mais importantes da República, mas não sabe o que ocorre sob seus olhos. Ignorante, deve ser informado por um braço estendido do MEC, a CENAMEC, dos problemas causados por uma Divisão inoperante do MEC. É ou não é absurdo?!?
Porém, menos mal que até a CENAMEC descobriu o quão ignorante é a desgovernança do Secretário!
Bem-vindos ao terreno da crítica responsável!
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
BROWN-NOSERS (NARIZES MARRONS nos países anglo saxões = LAMBE BOTAS aqui)
A vergonha!!!
(obs.: tradução da legenda: "trabalhando com afinco oito horas por dia você poderá eventualmente torna-se chefe para trabalhar doze horas por dia.")
OS LAMBE-BOTAS ...
Imagine se num hipotético país, uma Secretaria ligada a um Ministério, fosse empregado em seus quadros um Secretário ausente e um Agregado que cuidasse de um grande programa de educação.
Vamos supor ainda, que neste mesmo país hipotético, e nesta mesma hipotética Divisão do Ministério, o Agregado, aproveitando o vácuo de poder, se arrogasse no "direito" de desfigurar o Programa, de cooptar pessoas e, dentre estas cooptações, escolher aquelas com graves problemas de afirmação psicológica e acadêmica, para melhor manipulá-las.
Agora vamos imaginar ainda mais, o Desabilitado Funcional Cooptado, participar de comissões importantes, mesmo sem ter sido eleito para isso.
Este "Desabilitado" passa então a corresponder-se de forma individualizada com o Agregado-Carreirista, usando emails e mensagens pessoais, critérios pessoais de avaliação e, sobretudo, informando àquele de todos os críticos que passam a perceber a desfaçatez governamental, denunciando-os ...
Pois é, este hipotético país tem nome: BRAZIL!
Agora, parodiando Cazuza, "mostrem tuas caras, quero ver quem paga para vocês serem assim!!!!"
Vergonha absoluta!!!
É muita desfaçatez o que está ocorrendo com o PET.
E seremos todos culpados se continuarmos a agir como cordeiros do Sr. Agregado!
Luta Brasil!
DE UM LEITOR: UMA VOZ DA "CONSCIÊNCIA?"...
Realmente eu não entendo os tutores. Reclamam de tudo, mas acabam obedecendo e destruindo uma política pública que deveria ser baseada na qualidade da análise e da avaliação. Eu levo cerca de 3 semanas na análise de um artigo para uma revista conceituada. Como pode um tutor dar conta de avaliar, com critérios nebulosos, e prazos exiguíssimos, de 10 a 15 Projetos? A resposta é clara: NÃO É POSSÍVEL. E quem insistir em obedecer ao governo, será cumplice de uma provável ação no Ministério Público pela má gestão de política públicas. Vamos ser corajosos, ou tementes a um governo central que se baseia na imposição de projetos duvidosos e na ausência de diálogo?
Arnaldo
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
DA OBEDIÊNCIA DEVIDA OU DA FALTA DE CONSCIÊNCIA!
A imensa maioria dos tutores não gostou da imposição da Portaria 976, do novo edital do PET e da forma e prazo de avaliação. No entanto, essa mesma maioria, fez o trabalho que NÃO DEVERIA TER SIDO FEITO jamais: avaliar às pressas e sem critérios definidos Projetos de áreas, inclusive, alheias às suas próprias competências!
Por que agimos como cordeiros felizes ao abate?!?
Isso nao dói ou não doerá na consciência quando o próprio PET, em sua desfiguração absoluta, estiver irremediavelmente acabado e extinto?
Por que temos que ser subservientes a jovens mancebos ignorantes e carreiristas da educação brasileira e de uma política pública destroçada pela cooptação, pela manipulação e pelo desejo da destruição?
Por quê?!?
Para onde foi a consciência?!?
sábado, 29 de setembro de 2012
TUTORES AVALIANDO O INCOMENSURÁVEL: A SEGUNDA PIOR PIADA DE MAU GOSTO DA SESu NA DÉCADA ...
ACREDITE, SE QUISER (a SESu não para de surpreender com sua infinita capacidade de produzir desastres sem nomes..., ops..., 'EQUIPE PET'). Necessário salientar que a CENAMEC já discutiu com a SESu que "preservará a figura de seu Presidente", mas que o restante da patota pode dar parecer sim... Risível, trágico, ignóbil!.
Vamos à segunda piada de mau gosto da década produzida na semana que termina:
"Prezados tutores,
Informamos que no dia 24 de setembro foram enviadas entre cinco e dez propostas candidatas ao Edital PET 2012 para serem avaliadas. Infelizmente, propostas de temática distinta à área de atuação dos avaliadores foram indevidamente distribuídas para os tutores.
Com o intuito de otimizar as avaliações realizadas, procedemos com um segundo ciclo de distribuição das propostas. Neste segundo ciclo, as propostas são de áreas coincidentes com a área de formação dos avaliadores.
Por uma questão de razoabilidade, os professores que porventura tenham realizado a avaliação da primeira remessa de propostas não necessitarão proceder com a avaliação da última remessa. De forma similar, professores que tenham realizado apenas parcialmente a avaliação da primeira remessa de propostas, ou seja, não avaliaram todas as propostas que foram inicialmente enviadas, poderão optar por não avaliar todas as propostas do segundo ciclo de remessas. O intuito é que cada tutor avalie entre cinco e dez propostas, sejam propostas procedentes do primeiro ciclo de distribuição, sejam propostas procedentes do segundo ciclo de distribuição.
Aproveitamos para informar que o prazo para avaliação foi proporcionalmente prorrogado para o dia 02 de outubro.
Para obter maiores informações sobre a forma de proceder com a avaliação, clique no link abaixo:
http://sigproj1.mec.gov.br/arquivo.php?arq_id=641
Contamos com a compreensão de todos e reforçamos que a participação dos tutores no processo de criação de novos grupos é importante nesta etapa de expansão da educação tutorial e para o fortalecimento do PET.
Atenciosamente,
Equipe PET/SESu/MEC "
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
ATRASO DE BOLSAS E CUSTEIO: A PIADA DE MAU GOSTO DA DÉCADA!
Comunicado da SESu aos Pró-Reitores (believe it or not), e hors concours para a piada de mau gosto da década:
-----------------
Prezado Pró-Reitor,
Por motivos que fogem à governança da Secretaria de Educação Superior, as bolsas de agosto, geralmente pagas até o dia 15 de setembro, sofreram atraso e estão previstas para serem pagas nos próximos cinco dias úteis.
Atenciosamente,
Equipe PET/SESu/MEC
------------------------
O termo "governança" é inadequado para aqueles que desgovernam e agem com tirania sobre um Programa (aliás, dois) que foi destruído.
O termo "geralmente pagas" reforça a DESGOVERNANÇA!
O termo "EQUIPE PET/SESu/MEC" despersonaliza responsabilidades diretas ...
Uma simples técnica de ANÁLISE DE DISCURSO (e sob qualquer viés autoral) já demonstra toda a lógica da maquinaria de Estado que está destruindo, a grande fôlego, o PET e o CONEXÃO-SABERES.
Revolta Brasil!!!
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
NÃO SE DEVE AVALIAR AQUILO QUE NÃO SE CONCORDA! DESOBEDIÊNCIA CIVIL JÁ!
Na velha Alemanha hitlerista, muitos dos carnífices nazistas "explicaram" no Tribunal de Nuremberg que cometeram aqueles crimes atrozes contra a humanidade porque "seguiam ordens"!
Oras, não é isso que nos pede o MEC hoje?
Avaliar Projetos de uma formatação do PET que não discutimos, não concordamos, não queremos, significa aceitar o "estou seguindo ordens"!
"Seguiremos ordens"?!?
Às favas o MEC, e seus anões adminstradores.
Lordes Farqwards que governam com a soberba e a ignorância que mal conseguem esconder.
Thoureau já!
Desobediência civil já!!!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
SIGPROJ, AVALIAÇÕES E MALFEITORIAS DA SESu CONTRA O PET: DESOBEDIÊNCIA CIVIL JÁ!
Considerando:
- a destruição da essência do PET pelo MEC;
- a destruição do CONEXÃO-SABERES em sua inserção forçada no PET;
- a cassação politica de tutor;
- a um processo avaliativo canhestro;
- à cooptação da então CENAPET, hoje CENAMEC,
- o atraso de pagamento de bolsas e verbas de custeio;
este Blog sugere a DESOBEDIÊNCIA CIVIL de Thoreau para que tutores não cumpram o pedido (quase "ordem"!) da SESu em avaliar relatórios de grupos. Esta avaliação é frágil, sem homogeneidade, e desclassifica o papel dos CLAAs e do próprio olhar do Programa. Para aqueles que não conhecem a desobediência civil, elegemos um trecho no wikipidia, para esclarecer o porque esta escolha:
O autor americano Henry David Thoreau foi o pioneiro a estabelecer a teoria
relativa dessa prática em seu ensaio de 1849, originalmente
intitulado "Resistência ao Governo Civil",
que mais tarde reintitulou "Desobediência Civil". A idéia
predominante abrangida pelo ensaio era de auto-aprovação e de como alguém pode
estar em boas condições morais enquanto "escraviza ou faz sofrer um outro
homem"; então não precisamos lutar fisicamente contra o governo, mas sim
não apoiá-lo nem deixar que ele o apóie estando você contra ele. Este ensaio
exerceu uma grande influência sobre muitos praticantes da desobediência civil.
No ensaio, Thoreau explicitou suas razões porque se recusara a pagar seus
impostos, como um ato de protesto contra a escravidão e contra a Guerra
Mexicana.
Vale
ressaltar, no entanto, que antes de Thoreau, existiram outros que, através de
teorias próprias mas acessórias a outras teses principais que também esposaram
atos que demonstram atos de desobediência civil, como faz Antígona,
na peça Grega de Sófocles.
Também outros teóricos, em especial doIluminismo trataram de possibilidades de
desobediência quando apresentavam suas teses de cunho político e jurídico
acerca da formação do Estado e da submissão do povo a este, como Hobbes, Jean-Jacques Rousseau e Kant. Contudo, Thoreau,
foi o primeiro a tratar especificamente da desobediência à ordem instituída. A
desobediência civil serviu como uma tática principal aos movimentos nacionalistas em antigas colonias da África e Ásia, antes de adquirirem aliberdade. O mais notável, Mahatma
Gandhi, usou a desobediência civil como uma ferramenta anti colonialista. Martin Luther King, líder do movimento dos direitos
civis dos Estados
Unidos na década de
1960, também adotou as técnicas da desobediência civil e ativistas anti-guerra,
tanto durante quanto depois daGuerra do Vietnã, também agiram igualmente.
ASPECTOS JURÍDICOS
A Desobediência
Civil, de acordo com alguns teóricos juristas brasileiros e estrangeiros, como Maria Garcia, Machado Paupério e Nelson Nery da Costa, é uma das formas
de expressão doDireito de Resistência, sendo esta uma
espécie de Direito de Exceção que, embora tenha cunho jurídico, não necessita de
leis para garanti-lo, uma vez que se trata de um meio de garantir outros
direitos básicos. Ele tem lugar quando as instituições públicas não estão cumprindo seu fiel papel e quando não existem
outros remédios legais possíveis que garantam o exercício dedireitos
naturais, como a vida, a liberdade e a integridade física.
À LUTA BRASIL!
FALTA DE PAGAMENTO DE BOLSAS E CUSTEIO: DE VASSALAGENS E AÇÕES INÓCUAS!
Na rede mantida por tutores, rola uma ação coletiva de denúncia de grupos que nao receberam pagamentos de bolsas e verbas de custeio atrasadso há dois ou três anos. A CENAMEC, tentando captar a seu favor este descontentamento, "idealizou" uma lista de choramingas para "sensibililizar" o MEC.
Para quem conhece FAUSTO de Goethe, sabe que quem se vendeu a Mefistófeles, não adianta: deverá entregar a alma ofertada em pagamento às benesses que usufruiu. A CENAMEC, em nome de uma "rendição incondicional" travestida de "conciliação" não consegue esconder sua própria inoperância, devorada agora por Mephisto!
É horrível assistir a toda essa traição! E isto custará caro ao PET e aos corações e mentes não corrompidos pelo namoro ao poder ou ao pagamento de bolsas e custeio ...
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
DETALHE DE UM DIÁLOGO QUASE MONOSSILÁBICO SOBRE ATRASOS DE BOLSAS ...
Alguém da CENAMEC fala:
- Olha, falei com nossos patrões na SESu e eles disseram que aqueles tutores e alunos que só fazem bobagem, e fizeram novamente, kkkkkkkkk, só vão receber mês que vem, kkkkkkk.
Aí um tutor, que apóia a CENAMEC, responde:
- parabéns por você ter falado em nome da CENAMEC aos seus e aos nossos patrões e ter mostrado que o óbvio é uma informação relevante.
Outro tutor, que sabidamente ignora tudo por opção, diz:
- parabéns por nos dizer como a SESu, que gerencia a CENAMEC, gerencia o não pagamento de bolsas e tutores ...
Outro tutor assim responde, após o 148o. "parabéns":
- ahannn,gugadada ahahah, bens ...
Cômico se não fosse trágico!
Detalhe: o diálogo é ficcional, mas quem acompanha o egroup sabe que aqui nada houve de exagero ...
TUTORES E A SÍNDROME DE ESTOCOLMO
"A Síndrome de Estocolmo (Stockholmssyndromet em sueco) é um estado psicológico particular
desenvolvido por algumas pessoas que são vítimas de sequestro.
A síndrome se
desenvolve a partir de tentativas da vítima de se identificar com seu captor ou
de conquistar a simpatia do sequestrador. Pode ser também chamado assim uma
serie de doenças psicológicas aleatórias.
"A síndrome recebe
seu nome em referência ao famoso assalto de Norrmalmstorg do Kreditbanken em Normalmstorg, Estocolomo que durou de 23 de agosto a 28 de agosto de 1973.
Nesse acontecimento, as vítimas continuavam a defender seus captores mesmo
depois dos seis dias de prisão física terem terminado e mostraram um
comportamento reticente nos processos judiciais que se seguiram. O termo foi
cunhado pelo criminólogo e psicólogo Nils Bejerot, que
ajudou a polícia durante o assalto, e se referiu à síndrome durante uma
reportagem. Ele foi então adotado por muitos psicólogos no mundo todo." (fonte: Wikipidia)
No PET está ocorrendo a mesma coisa. Depois da outorga do AI-18, ...., ops, Portaria 976, em que o PET e o CONEXÃO-SABERES foram desfigurados pelo sequestro realizado por uma gama de pessoas sem ligação com a história e a formação acadêmica de qualidade e da cooptação explícita da Diretoria da hoje conhecida CENAMEC, uma parcela de tutores está agindo como as vítimas de Norrmalmstorg.
Entorpecidos por uma série de pseudo-vantagens (aumento do valor da bolsa, promessa de desbloqueio de custeio, ampliação irresponsável, etc.), uma parcela de tutores começa a se comportar como defensores de seus captores, defendendo uma SESu caracterizada pela truculência e pela irresponsabilidade administrativa. Esta parcela, óbvio, no exercício maquiavélico do poder, manipulado pelos vassalos do "andar de baixo".
Entre os diálogos "tutorianos" existe uma teia de conversas monossilábicas que nada constrói, a não ser a reprodução nada vaga da política hostil do MEC contra o PET e o CONEXÃO-SABERES. Mesmo tutores que ainda acompanharam a longa batalha do Movimento para não extinguir o PET, vergam-se ao imobilismo, à paralisia, à a-criticidade, ao conformismo, esperando o fim que se avizinha.
Vergonha, vergonha!
Relembrando o saudoso deputado Ulysses Guimarães, em seu discurso de promulgação da Constituição da República do Brasil, e que cabe perfeitamente no estado de coisas que pesam sobre o PET e sobre aqueles que abandonaram a luta pela "tranquilidade" nada intranquila da alma:
"A sociedade foi Rubens Paiva, e não os facínoras que o mataram!"
Luta Brasil!!!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
PET NAUFRAGANDO: BOLSAS E CUSTEIO ATRASADOS
Enquanto pululam no país, reuniões fora da agenda da CENAMEC, reunindo pessoas inconformadas com as desfigurações no PET e no CONEXÃO-SABERES, bolsas e custeio tem mais um capítulo de sua agenda atrasada pela SESu, que sequer se importa em informar à comunidade o que se passa, fora um ou outro comunicado lacônico de um representante da CENAMEC (que, invariavelmente, culpa alunos e tutores pelo "fim do mundo").
O PET faz água rapidamente e naufraga na incompetência e tirania da SESu, na vassalagem da CENAMEC que nem se importa mais em ter ganho uma eleição na "ausência de interesse" e na "integração de caminhos" total dentro do MEC.
Enquanto isso, bolsas e custeio se atrasam, editais desfiguram o que restou do PET e do CONEXÕES.
No egroup dos tutores, professores pedem abertamente SOS [sic]. Mas nem uma bóia sobrou ...
A revolta virá .... e a verdade virá junto!
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
BOLSAS NÃO PAGAS ... E A "CONCILIAÇÃO=RENDIÇÃO INCONDICIONAL" CONTINUA...
Graças a mais um ato administrativo, que cabe ser avaliad,o milhares de petianos estão com suas bolsas atrasadas este mês.
Na SESu, obviamente, ninguém responde a telefonemas, emails, faxes, telex, telegramas, sinais de fumaça ...
Política de avestruz, ..., mas de competência sempre questionável.
Aliás, "competência competência" mesmo, só a de desfigurar o PET e cooptar uma CENAPET moralmente falida (sob a atual administração). Nisso devemos tirar o chapéu: a SESu atual é muito competente em seu esforço de destruição e de fabricar Joaquins Silvério dos Reis às dezenas!
Revolta Brasil!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
HISTÓRIA RÁPIDA DO PET PARA INICIANTES (TUTORES E ALUNOS)
- O PET foi fundado em 1979. Nasceu na CAPES, onde ficou até o início dos anos 2000;
- O PET manteve seu desenho original até 1997;
- Em 22 de dezembro de 1997, o MEC tentou desmontar o PET cortando: metade de seus bolsistas/grupo; metade da verba de custeio; uma bolsa de mestrado que era associada ao Programa; e verba para professor-visitante ao grupo (que existia até então);
- 1997/1998: nasce o movimento de resistência contra a extinção do PET: inicialmente na UEM e na UFSM. Nascem as redes de resistência: "raimundos" (UFSM), "petbr" (UNESP), PET-REAGE (UEM);
- Em março e dezembro de 1998 são feitas duas manifestações de rua em Brasília contra a extinção do PET;
- A então EXECUTIVA NACIONAL DO PET (composta pelos professores Carlos Costa, Dante Barone, Izaura Kuwabara, Marcos Danhoni) faz gestões junto à Câmara Federal e Senado, especialmente nas Comissões de Educação das duas Casas;
- Em 1998 é realizada uma Audiência Pública na Câmara Federal em prol do PET;
- Em 1999 é lançado pelo MEC um ofício de extinção total do PET. Em setembro é realizada a maior manifestação de rua em Brasília contra a extinção. No mesmo dia e no mesmo instante da Manifestação é realizada uma Audiência Pública na Comissão de Educação do Senado. O MEC é obrigado a rever suas posições e revoga o Edital de extinção;
- Esta passeata e a Audiência foram notícias de primeira página (ESTADÃO, O GLOBO, FOLHA DE S. PAULO, CORREIO BRAZILIENSE, etc.), especialmente porque o presidente FHC foi vaiado pela turba de tutores e alunos enquanto se despedia, na rampa do Planalto, do Presidente da Namíbia Sam Nujoma;
- De 2000 a 2002, Edital revoga o pagamento de bolsas de tutores. Com esta medida, o MEC visava extingui o Programa pensando que os tutores abandonariam seus grupos. Houve uma desistência inferior a 10% do total de tutores;
- De 1998 a 2002 o Programa ficará sem avaliação. Este era um dos itens de reivindicação do Movimento e da Executiva Nacional.
- A Executiva Nacional do PET, apoiada pela Assessoria Jurídica do ANDES, interpõe recurso na Justiça para o retorno do pagamento das bolsas dos tutores;
- O PET é transferido da CAPES para a SESu (ali passará pelos seguintes departamentos: DEPEM, DIPES, DIFES, SECADI);
- Em 2002, a Profa. Izaura Kuwabara (hoje falecida) organiza o evento de Avaliação Nacional do PET no auditório da UFPR (Universidade Federal do Paraná). Este evento, graças à pressão do Movimento capitaneado pela Executiva Nacional, é bancado pelo próprio MEC;
- Em 2002 a Executiva dialoga com os dois então candidatos à Presidência da República: Luis Inácio Lula da Silva e José Serra, para que contemplem em seus Programas de governo o PET. Somente a equipe de Lula faz isso num documento exclusivo sobre a EDUCAÇÃO BRASILEIRA;
- A Executiva dialoga com a equipe de transição de governo: fica agendada reuniões de discussão para a reinvenção do PET, uma nova metodologia (qualitativa) de avaliação, a recomposição dos grupos, a volta das taxas acadêmicas e do pagamento das bolsas dos tutores;
- O Movimento, através da Executiva, colabora durante mais de cinco anos no Congresso Nacional para a redação de emendas orçamentárias para que contemplassem o PET. Esta estratégia foi vitoriosa em todos estes anos;
- Na SESu, a Comissão da Executiva (composta pelos tutores Carlos Costa, Dante Barone, Izaura Kuwabara, Marcos Danhoni) e mais quatro professores especialistas em avaliação qualitativa (incluindo aí a Profa. Maria Viggiani Bicudo), reestruturam o processo avaliativo, com a invenção da CNA (Comissão Nacional de Avaliação), CLAA (Comissões Locais de Acompanhamento e Avaliação), com relatórios institucionais (ao invés da remessa, como é feita hoje, de todos os relatórios para a SESu). Não há distinção de áreas de conhecimento, pois a Comissão estava empenhada numa visão não cartesiana do PET;
- Em 2003, após sugestões da Executiva, o então Ministro da Educação, Christovam Buarque, muda a denominação do PET, de "Programa Especial de Treinamento" para "Programa de Educação Tutorial";
- Neste ano o ENAPET e a SBPC são realizados conjuntamente sendo a palestra de abertura do ENAPET feita pelo Ministro Christovam Buarque;
- O Ministro determina o retorno do pagamento das bolsas de tutores, e que o pagamento deveria ser feito por intermédio da CAPES (O Presidente da CAPES, à época e ainda hoje no cargo (!!!), Jorge Guimarães, resiste à esta medida, mas a cumpre, à contragosto);
- O Ministro Christovam é demitido do cargo enquanto estava em viagem a Portugal à trabalho do Governo Lula;
- Em 2003 são lançados dois livros sobre a história do PET: "PET: Correspondências de uma Guerra Particular", do Prof. Marcos Danhoni e "Qualidade no Ensino Superior: a Luta em defesa do PET", da ex-representante discente nacional da Executiva do PET, Angelica Muller;
- Em 2005, com mudanças radicais na SESU (para pior!), a CNA é dissolvida, os CLAAs perdem sua função avaliativa e a avaliação passa a ser feita de forma quantitativa e por divisão de áreas de conhecimento. Começa o longo e doloroso ocaso do PET: mudanças para pior!
- Em 2006 é feita a última passeata do Movimento pelas ruas de Brasília, assim como na SBPC, usando um caixão que foi imortalizado pela imprensa nacional (de posse da UEM);
- De 2005 em diante, a SESu é infestada por quadro carreiristas tirados de divisões de partidos políticos no abocanhamento de cargos para satisfazer a fome de partidos. Nesse processo, gente sem qualificação técnica ou profissional começa a dilapidar de vez o imenso patrimônio cultural e a própria História do PET;
- "Profissionais" sem gabarito, mas ansiosos por mudanças que "inscrevam seus nomes" na (soleira) da História, impõem perdas consideráveis à essência do Programa: reestruturação do Manual de Orientações Básicas (feita a toque de caixa); mudanças no processo avaliativo; imposição de plataforma não funcional (SIGPROJ); contratação (sem licitação!) de empresa Júnior (pasmem!!!!) para fazer uma inócua avaliação de egressos (coincidentemente, esta "empresa" era liderada por um dos artífices do PROIFES em seu Estado); tentativa de impor rotatividade tutorial;
- Graças à luta da Executiva Nacional no Congresso Brasileiro, o então Ministro, Fernando Haddad, que em 2005 impusera a "Lei do PET", recua, corrige a Portaria da Lei, e elimina a rotatividade de 3 anos para tutores;
- De 2006 em diante novas excrecências nascem no PET: PETs temáticos, PETs Saúdes (porque a mulher do Ministro trabalhava na Pasta da Saúde), PETs Licenciaturas, etc. Denigre-se a imagem da indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão e atenta-se contra a autonomia dos grupos;
- Em 2006 é eleita a primeira direção da CENAPET, com a presidência do Prof. Dante Barone;
- Por meio da luta da Executiva os eventos nacionais do PET (ENAPET) passam a ser financiados: a CENAPET luta por uma expansão ordenada do número de grupos, da volta dos CLAAs, e por reuniões regulares do Conselho do PET no MEC;
- Em 2008 é eleita a segunda direção da CENAPET, sob a presidência do Prof. Marcos Danhoni, com bate-chapa no ENAPET realizado em Campinas-SP. Um tutor, hoje elemento ativo do PROIFES, comanda batedores de sinos de vaca para tumultuar o processo eleitoral, mas em vão;
- Intensificam, nas gestões 2006-2008; 2008-2010, as relações da CENAPET com a ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos), UNE e SBPC. A CENAPET é co-organizadora dos Salões da UNE e dos Encontros de Pós-Graduandos da ANPG;
- A partir de 2008, a divisão política no MEC, com o enxerto de elementos estranhos à educação brasileira, se acirra. Funcionários sem currículos, mas com uma vontade napoleônico para o desastre passam a ditar as regras para o fim do PET, resultando no desastre da Portaria 976!
Hoje imperam na administração do PET na SESu: a arrogância, a cooptação, a cassação política, o enxerto de programas, a desfiguração completa.
Fora isso, é de se destacar a morte da CENAPET, substituída pela administração dessa ex-Comissão em 2010 e eleita agora por menos de 5% dos presentes no ENAPET. Nenhuma representação e total cooptação do MEC: Desastre e vergonha,é o que definem a situação atual do PET!!!
Para aqueles que não desistiram é necessário resgatar a História e presentificá-la.
Basta de cooptações, traições e cassações!
Será necessária uma luta aguerrida e sem tréguas contra todo este arbítrio!
Então, lutemos!
Muda Brasil!!!!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
CASAMENTO SESu-CENAMEC VAI MAL !
O surpreendente casamento SESu com a CENAMEC (ex-CENAPET) está indo de mal a pior. O noivo SESUíno, que acenava para a noiva CENAMEC'zinha por uma união amistosa, e esta com um comportamento digna de uma cordeirinha, qual seja: conciliadora e de integrar os caminhos dos nubentes, foi surpeendida com a queima de seu belo véu, em forma de rabo de serpente e novo Edital do PET.
Os "convidados" (a contragosto...) abandonaram o arroz que usariam na saída dos nubentes [também a contragosto] e prometem jogar muitos ovos e leguminosas nessa desonrosa união!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
UM POUCO DE SCHOPENHAUER
"Quanto mais insignificante é o homem intelectualmente, menos estranha e misteriosa é para ele a existência."
RECORDAR É VIVER: A FUGA DO PRESIDENTE DA CENAMEC ...
Vale a pena relembrar para que possamos compreender o passado recente (últimos dois anos), o presente e o futuro (?!?). O Presidente da hoje assim denominada CENAMEC fugiu do repórter Paulo Saldanha do ESTADÃO, provavelmente para não comprometer sua política entreguista ...ops... política de "conciliação" com o MEC... tsc tsc tsc ...
Quem viu o novo EDITAL da SESu, que efetivamente destrói o PET, sabe o que significou esta "conciliação".
À este tipo de política a História dá um nome, que nem precisamos recordar aqui dada a sua obviedade !!!
sábado, 18 de agosto de 2012
PRO-IFES (FORTALEZA) E PET-IFES (FORTALEZA-BRASÍLIA)
Novamente nosso contador SITEMETER flagra duas "chiacheras" entre MANIPULADOR-MANIPULADO. A ignomínia prossegue, aberta, cruel e toscamente!
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