sábado, 9 de junho de 2012

PET NO "ESTADÃO" - 4


2 comentários:

Luiz Eduardo R. de Carvalho disse...

Ao telefone,
insisti muito para o reporter ouvir Egressos.

Na hora, não tinha nomes e emails disponiveis, todos, de imediato.
Mas recomendei ouvir, por exemplo, o Sandro (Letras-UFSC), o Paulo Henrique (Geografia-UFF), a Darlana (Educação-UnB), não citei muitos, brilhantes, da Civil da UFRJ (porque não achei bom restringir à UFRJ), não recomendei o da Civil da UFPR porque não achei o email... ou os da UFC porque andam meio sumidos... e citei tres egressos daqui, o Pedro Paulo (doutor em Economia do Medicamento), a Rebecca (diplomata de carreira) e o Jamacy (concluindo doutorado na Sorbonne).

Tenho convicção que ouvir qualquer um deles seria um maravilhoso exemplo do que o PET é, para um aluno... quando o aluno é originalmente... já petiano. Ou, como disse Bourdieu e Jamacy repete: "quando há um encontro de habitus ".

O reporter, por conta dele, optou pelo Jamacy.
Não sei se chegou a contactar os demais.
MAS O JAMACY FEZ, NO ESTADÃO, A MELHOR DIVULGAÇÃO POSITIVA QUE SE PODE FAZER DO PET.

A mim, e a muita gente que comigo já comentou, foi o momento de maior brilho, talvez o único momento de brilho, de dignidade, dessa reportagem toda.

Se não fosse o PET, eu não teria jamais conhecido alunos como o Sandro, o Paulo Henrique, o Jamacy, o Pedro Paulo... e dezenas de outros.

Ter convivido e ainda conviver com esses vinte ou trinta... somando-se aí uns 6 ou 7 Tutores grandes amigos... foi uma preciosidade... e o preço que eu pago, de ter de conviver com tanta gente, centenas, burra e patife, covarde e omissa, falsa, oportunista, ressentida, sem caráter... que pululam no PET e no mundo... foi um preço muito barato.
Ou como cantou Vanzolini e eu aqui assobio: "Eu já devia ter rasgado e não podia, aquele retrato que maltratava e perseguia, mas um dia veio o lanceiro, naquele aperto da Praça (Clovis), vinte e cinco, pra levarem teu retrato, foi de graça".

Quando eu crescer, eu quero ser como o Jamacy.
E só falar e escrever de coisas boas.

Mas... se isso saiu na reportagem...
se esse egresso existe...
FUI EU SIM.

Sandro Brincher disse...

É gratificante pra mim ler os comentários [e ouvi-los também, quando participo doe eventos] positivos de tutores e egressos a respeito não só do que o programa representou na nossa vida acadêmica, mas pessoal também. Não fosse o convívio com pessoas tão diferentes [e, em muitos casos, com ideias antagônicas], eu teria sido só mais um licenciado com um diploma na parede e muitas lacunas na formação.
É triste que ainda deva haver uma "luta" associada a coisas tão basilares como o pagamento correto das bolsas, mas que ela se faça forte enquanto houver necessidade.
Abraço!