terça-feira, 20 de outubro de 2009

OBITUÁRIO: MAURICE BAZIN


O físico e educador francês foi um dos idealizadores e criadores do Espaço Ciência Viva, um dos primeiros museus participativos de ciências do Brasil
Maurice Bazin faleceu na tarde desta segunda-feira, 19 de outubro, no RJ, em decorrência de complicações de uma cirurgia no coração. O velório acontece nesta terça-feira, no Memorial do Carmo, no Caju.

Nascido em 1934, em Paris, Bazin se formou na Escola Politécnica francesa. Ali, se uniu ao grupo liderado pelo físico Leprince-Ringuet e teve o primeiro contato com a física experimental. Deu prosseguimento aos seus estudos na área nos Estados Unidos, na Universidade de Stanford, onde obteve diploma de PhD em física experimental de altas energias, em 1962.

Após um curto período na França, voltou aos Estados Unidos, para a Universidade de Princeton. Lá, foi professor, pesquisador e diretor de teses de doutorado do Departamento de Física. Em 1968, foi para a Universidade de Rutgers, em New Jersey. Em 1973, conheceu, no Chile, Tetê Moraes, com quem se casou e foi morar no Rio de Janeiro, em fins de 1978, quando a abertura política permitiu que a cineasta brasileira voltasse ao país.

No Brasil, uniu-se a um grupo de agitadores - Pierre Lucie, Ildeu de Castro Moreira, Ennio Candotti, Jair Koiller, entre outros - e se envolveu em diversas iniciativas voltadas à melhoria do ensino de física e da divulgação da ciência, que culminaram, em 1983, na criação do Espaço Ciência Viva.

Em 1990, foi para o Exploratorium, em São Francisco, ministrar oficinas de formação e capacitação de professores. Paralelamente ao trabalho no museu, desenvolveu projetos de inclusão social voltados às populações hispânicas dos Estados Unidos.

Em 1998, mudou-se para Florianópolis, para trabalhar com a Educação de Jovens Adultos (EJA). Em 2001, iniciou um trabalho na Amazônia com os índios tuyuka, ajudando-os a formalizar o próprio pensamento matemático.
(Com informações do CD Depoimentos de Divulgadores da Ciência no Brasil, do Centro de Estudos do Museu da Vida/Fiocruz)
[In:
JC e-mail 3872, de 20 de Outubro de 2009.

5. Falece Maurice Bazin

O físico e educador francês foi um dos idealizadores e criadores do Espaço Ciência Viva, um dos primeiros museus participativos de ciências do Brasil
Maurice Bazin faleceu na tarde desta segunda-feira, 19 de outubro, no RJ, em decorrência de complicações de uma cirurgia no coração. O velório acontece nesta terça-feira, no Memorial do Carmo, no Caju.

Nascido em 1934, em Paris, Bazin se formou na Escola Politécnica francesa. Ali, se uniu ao grupo liderado pelo físico Leprince-Ringuet e teve o primeiro contato com a física experimental. Deu prosseguimento aos seus estudos na área nos Estados Unidos, na Universidade de Stanford, onde obteve diploma de PhD em física experimental de altas energias, em 1962.

Após um curto período na França, voltou aos Estados Unidos, para a Universidade de Princeton. Lá, foi professor, pesquisador e diretor de teses de doutorado do Departamento de Física. Em 1968, foi para a Universidade de Rutgers, em New Jersey. Em 1973, conheceu, no Chile, Tetê Moraes, com quem se casou e foi morar no Rio de Janeiro, em fins de 1978, quando a abertura política permitiu que a cineasta brasileira voltasse ao país.

No Brasil, uniu-se a um grupo de agitadores - Pierre Lucie, Ildeu de Castro Moreira, Ennio Candotti, Jair Koiller, entre outros - e se envolveu em diversas iniciativas voltadas à melhoria do ensino de física e da divulgação da ciência, que culminaram, em 1983, na criação do Espaço Ciência Viva.

Em 1990, foi para o Exploratorium, em São Francisco, ministrar oficinas de formação e capacitação de professores. Paralelamente ao trabalho no museu, desenvolveu projetos de inclusão social voltados às populações hispânicas dos Estados Unidos.

Em 1998, mudou-se para Florianópolis, para trabalhar com a Educação de Jovens Adultos (EJA). Em 2001, iniciou um trabalho na Amazônia com os índios tuyuka, ajudando-os a formalizar o próprio pensamento matemático.
(Com informações do CD Depoimentos de Divulgadores da Ciência no Brasil, do Centro de Estudos do Museu da Vida/Fiocruz)
[In:
JC e-mail 3872, de 20 de Outubro de 2009.

5. Falece Maurice Bazin

O físico e educador francês foi um dos idealizadores e criadores do Espaço Ciência Viva, um dos primeiros museus participativos de ciências do Brasil
Maurice Bazin faleceu na tarde desta segunda-feira, 19 de outubro, no RJ, em decorrência de complicações de uma cirurgia no coração. O velório acontece nesta terça-feira, no Memorial do Carmo, no Caju.

Nascido em 1934, em Paris, Bazin se formou na Escola Politécnica francesa. Ali, se uniu ao grupo liderado pelo físico Leprince-Ringuet e teve o primeiro contato com a física experimental. Deu prosseguimento aos seus estudos na área nos Estados Unidos, na Universidade de Stanford, onde obteve diploma de PhD em física experimental de altas energias, em 1962.

Após um curto período na França, voltou aos Estados Unidos, para a Universidade de Princeton. Lá, foi professor, pesquisador e diretor de teses de doutorado do Departamento de Física. Em 1968, foi para a Universidade de Rutgers, em New Jersey. Em 1973, conheceu, no Chile, Tetê Moraes, com quem se casou e foi morar no Rio de Janeiro, em fins de 1978, quando a abertura política permitiu que a cineasta brasileira voltasse ao país.

No Brasil, uniu-se a um grupo de agitadores - Pierre Lucie, Ildeu de Castro Moreira, Ennio Candotti, Jair Koiller, entre outros - e se envolveu em diversas iniciativas voltadas à melhoria do ensino de física e da divulgação da ciência, que culminaram, em 1983, na criação do Espaço Ciência Viva.

Em 1990, foi para o Exploratorium, em São Francisco, ministrar oficinas de formação e capacitação de professores. Paralelamente ao trabalho no museu, desenvolveu projetos de inclusão social voltados às populações hispânicas dos Estados Unidos.

Em 1998, mudou-se para Florianópolis, para trabalhar com a Educação de Jovens Adultos (EJA). Em 2001, iniciou um trabalho na Amazônia com os índios tuyuka, ajudando-os a formalizar o próprio pensamento matemático.
(Com informações do CD Depoimentos de Divulgadores da Ciência no Brasil, do Centro de Estudos do Museu da Vida/Fiocruz)
[In: JC e-mail 3872, de 20 de Outubro de 2009]

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